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Capitulo XV - ITINERÁRIOS: A CIDADE ABAIXO DA LINHA

Caminhando pela nossa Ourinhos nos anos 30, até os nossos dias.
Obs: os nomes em negrito são referências iniciais do nosso passeio

Na década de 1930, Ourinhos não tinha 10.000 habitantes.

   Tide, o curandeiro. Na Rua Amazonas, nº. 251, estava a Casa Numa; no nº. 289, Jorge Teshima; no nº. 511, Takeshi Kodama; no nº. 548, Diro Fujihara; no nº. 864, esquina com a Avenida Domingos Perino, residia o Sr. Benedito Martins. Do outro lado, na Avenida Domingos Perino, nº. 180, residia o Sr. Mario Japonês. Na Rua Amazonas, nº. 910, residiam os familiares de Aristides, "Tide o curandeiro, como era conhecido". Ele morava com a mãe, Dona Mariquinha, tia do avô de Domingos Perino. Tide possuía uma igrejinha próxima à nossa olaria, sempre cheia de gente humilde. Ele fazia orações e benzia a criançada; era chamado homem santo. Ainda na Rua Amazonas, nº. 789, era nossa residência. No n°. 806, residiam nossos vizinhos, José Brianez, Ademir e Lilá, cujo pai era carregador de malas na estação da Fepasa.   José Miguel Antonieto. Logo a seguir, no n°. 822 da Rua Amazonas residia a família do Sr. José Miguel Antonieto, falecido em 1955. A seguir, no n°. 832, residiam o Sr. Cecílio Crespo e sua família. Ele vendia frutas, legumes e verduras em sua carrocinha. Algum tempo depois, Cecílio comprou um bar localizado na Rua Duque de Caxias n°. 184, na esquina com a Rua Amazonas. Seu vizinho do outro lado da rua, na Amazonas, era o Vanderlei Mendonça que tinha uma fábrica de colchões. Do outro lado, na rua Duque de Caxias, no n°. 177, está o Bar Ypiranga. Nos nºs. 842/44, da Rua Amazonas, era a residência de Bento Perino; no nº. 945 a casa do Santo Perino e no º. 910 a casa de Luiz Simões. Anos depois, Milton Mella construiu sua residência no nº. 1110, em frente do º 1119, onde foi edificado o Seminário Josefino.
  José Martins Santana. No nº. 745 da Rua Pará, esquina com a Rua Maranhão, nº. 349, estava localizada a olaria de meu pai. Bem em frente à olaria, no nº. 798, residia a família do Sr. José Martins Santana. Ele era motorista de táxi e seu carro era um Fordinho, ano 1946. Casado com Maximina Godinho Santana, eles tiveram nove filhos: Antônio, Hilda, Osvaldo, Maria de Lourdes (Filhinha), Paulo, José Carlos, Neuza, Mario e Luiz Carlos. O Sr. Santana prestava serviços de táxi para papai. Seus dois filhos, Paulo e Mário, foram meus grandes amigos na infância e na adolescência. Hoje, tenho muita amizade com Oswaldo Henrique Manso Santana, seu neto, filho de Oswaldo Godinho Santana. Ele tem o escritório "Santana Corretora de Seguros", onde faço meus seguros.
  José de Camargo. Ainda seguindo pela mesma Rua Pará, nº. 778, residia a família do Sr. Antônio José de Camargo e sua esposa, Lídia Franco de Camargo. Ele era administrador de fazendas. Aposentou-se e mudou-se para a Rua Pará, em frente à olaria. Tiveram seis filhos: João, José, Antônio, Salete, Ruthe e Benedita. João Franco de Camargo se casou com Ede Galvão; José de Camargo (Dé), com Olympia; Antônio de Camargo (Téco) casou-se com Neuza Guerra; A Salete Camargo Damasceno, casou-se com o Conceição Damasceno; Ruthe Camargo Belinelo se casou com Paulo Belinelo e, finalmente, Benedita Camargo Belinelo (Didi), se casou com José Belinelo (Bepe) e tiveram uma filha, Maria Helena Belinelo de Carvalho, que se casou em 07.02.70 com Ivan Sérgio de Carvalho e tem três filhos: Paulo Roberto, solteiro; Afrânio, casado com Patrícia Barleto Canizela Carvalho e Roberta, que namora com o Dr. Luciano, meu colega advogado, que é filho de Antônio Sérgio Encarnação, corretor na minha imobiliária, e de Marisa. Atualmente Ivan, pai de Roberta, trabalha comigo na Imobiliária Shalom.
  O Dr. Camargo teve um sobrinho, Hortêncio, que namorou um bom tempo minha irmã Ondina. Ele também trabalhou em várias farmácias de Ourinhos. Depois, mudou-se para São Paulo e lá faleceu ainda muito jovem. José de Camargo foi meu grande amigo. Seu irmão, Antônio de Camargo, trabalhou comigo na farmácia Santa Terezinha, de propriedade de Sebastião Costa Galvão. Depois meu amigo Camargo e sua esposa Olympia mudaram-se para Rua Amazonas. Sua casa avizinhava-se da minha. O casal tem três filhos: Julio, Renata e Eliana. Eliana casou-se com Sérgio Luiz Martini, sócio proprietário da Indústria Marvi.
  Genésio Martins Prado. Na casa seguinte, ainda na Rua Pará, nº. 754, bem em frente à olaria, residiam: Isaias Martins Prado e sua esposa Dolores dos Santos, que tiveram oito filhos: Décio, Oswaldo, Áurea, Ana, Marina, Eunice, Dirce, Raquel e finalmente o Sr. Genésio Martins Prado, pai da minha esposa, Sônia Marisa do Prado. Ele trabalhou no Posto de Saúde de Ourinhos e no Fórum de Ourinhos, durante muitos anos.
  Os irmãos Vieira. Nossos vizinhos da Rua Maranhão eram: no nº. 188, a residência de Francisco Vieira e no nº. 201, a de seu irmão Américo Vieira. A Associação Esportiva e Cultural de Ourinhos, AECO, estava localizada no nº. 415 e, logo adiante, a olaria de meu pai. Do outro lado da rua, residiam: na esquina, a família Santana, seguida da residência da família de Mario japonês, no nº.339. A seguir, no nº. 329, havia um casarão de madeira, onde residiam várias famílias, do Sr. Benedito Gonçalves e sua esposa Albertina. Eles tinham uma filha chamada Maria Gonçalves, que faleceu em março de 2006. Maria trabalhou comigo na Drogasil e seu irmão, José Gonçalves, era meu amigo de infância. Também morava nos fundos da casa do seu Benedito, o Sr. Francisco, conhecido como Chico Soldado. No nº. 3l9, residiam dos Pedrotti. Ainda na Rua Maranhão, vinha a família do Sr. José, sua esposa Tereza e seu filho Lázaro. Ambos trabalhavam na retífica do Clovis Conceição Souza, localizada ao lado.
  Peixaria Shibata. Na penúltima casa, residia o primo da esposa do Paulino Pedrotti e por último, na esquina da Maranhão com a Rua Amazonas, residia a família de Saburo Shibata, casado com Yatiyo Shibata. A família do Sr. Shibata era a proprietária da Peixaria Shibata, localizada no Mercado Municipal e que, em tempos áureos, era a melhor peixaria de Ourinhos e da região. Virando-se à direita na Rua Amazonas, avizinhada à residência dos Shibata, era a residência da família Durães/Monteiro. Seus dois filhos, Antônio Carlos Monteiro e Walter, foram meus amigos de infância. Eles vieram de Londrina. Tempos depois, sua família retornou àquela cidade. Toninho também estudou na minha escola, na vila Margarida, no ano de 1949. Do outro lado da rua, nº. 239, residia Francisco Marques (Chicão), casado com Jandyra, que foi minha professora.
  Júlio Amâncio Hipólito Perino.Na Rua Maranhão, no nº. 424, temos a Igreja Seicho No Ie Brasil e na esquina com a rua Pará, nº. 815, residia Julio Perino, nascido em 26.09.1914 e falecido em 1983. Era casado com Celestina Agostinho Perino (Fia), que nasceu em 28.08.1920 e faleceu em 1984. O casal teve dois filhos: Neide Perino, solteira e Mavilo Perino, casado com Nair e com dois filhos, Giuliano e Rita de Cássia. Mavilo e Neide são professores. Logo a seguir, residia, no n°. 398, Ino Matsunaga, mãe de Hidesabu Matsunaga, casado com Tatuko Matsunaga, cujo filho Naohar Matsunaga, residia com a avó e trabalhava na Cooperativa Japonesa.
  O Salão Azul Snooker. O Sr. Júlio Perino tinha um bar e snooker, conhecido como o Salão Azul, muito famoso na Avenida Jacinto Sá, nº. 600, esquina com a rua Duque de Caxias. Seu cliente mais famoso era o cantor Nelson Gonçalves. Dizem que ele era apaixonado por uma moça em Ourinhos, motivo de vir sempre a Ourinhos, para vê-la. Na esquina da Rua Maranhão com a Rua Pará, nº. 348, em frente à olaria, residia o Sr. Antônio, que trabalhava no Bradesco, no setor de malotes. Ao deixar o Bradesco, passou trabalhar como motorista de táxi do seu Caboclo, que era proprietário de uma frota de táxis. Logo a seguir, residia uma família de japoneses, no nº. 336 e, a seguir, dona Patrocinia Souza Ruy (mãe da Nilce), nºs. 312/4.
  O Bar do Yamaguchi. Nas proximidades do Salão Azul, na mesma Rua Duque de Caxias, estava o estabelecimento do Sr. Yamaguchi. Era o Bar e Salão de Snooker Yamaguchi, bem mais modesto que o Salão Azul, porém mais amplo. Tinha mais mesas de bilhar; o jogo era bem mais barato que seu vizinho e freqüentado por pessoas mais simples e por isso estava sempre lotado.
  Ludgero Contrucci. Na Rua Maranhão, nº. 302, residia o Sr. Ludgero, casado com Antonia Gomes. Eles tiveram dois filhos: Márcia Lourdes Contrucci Logulo, casada com Athos Logulo e Luiz Gonzaga Contrucci, casado com Eneida Martins Silveira. O casal Luiz e Eneida teve três filhos: Robson, Rodolfo e Roald. O Rodolfo é meu amigo, trabalha no Banespa/Santander e Robson é meu colega de advocacia.
  O Bar da Estação. Sr. Ludgero, ou melhor, o Sr. Lurdes, como era carinhosamente chamado, foi proprietário do Bar da Estação por longos anos. Ele era vizinho e muito amigo de papai; passavam horas conversando. Quando era garoto, eu vendia pirulitos e chupetinhas de doce feitos por Dona Antonia, para ganhar uns trocados. Nas minhas horas de folga, eu também fazia pequenos serviços para ela, como fazer compras no mercado, açougue, quitanda, padaria e levar e trazer doces e salgados para o Bar da Estação. Lembro-me de que o Sr. Lurdes gostava muito de pescar e, com ele, eu fiz grandes pescarias. Logo a seguir, havia dois terrenos vagos, nºs. 282/92.
  Octávio de Paula Vieira. Na esquina da Rua Maranhão com a Rua Amazonas, nº. 791, residia minha família. Logo no início da rua no nº. 176, residia Mario Guskuma, no nº. 188, residia Francisco de Paula Vieira, no nº. 201, residia Américo B. Vieira, a seguir, pela Rua Maranhão, nºs. 212/24, havia uma igreja de japoneses. Depois, próximo da olaria do papai, residia a família do Sr. Octávio de Paula Vieira, pecuarista, casado com Maria Jacinta Vieira. Eles tiveram dois filhos: Luiz Alberto e José Henrique. O Sr. Octávio possuía uma fazenda na Água da Prata, no Córrego Fundo. Residia com ele, seu cunhado Célio Jacinto de Siqueira.
  Francisco Marques (Chicão). Ainda na Rua Maranhão, do outro lado na rua, na esquina, havia um terreno vago e a seguir residia o Sr. Francisco Marques (Chicão). Chicão criava cavalos de raça, para corridas. Era também proprietário do Auto Posto Florida Ltda., na esquina da Rua Duque de Caxias, nº. 265, esquina com a Rua Amazonas, e mais tarde vendeu o posto para Sr. Mário Bacili. Jandyra Madeira Marques. A esposa do Chicão, Dona Jandyra foi minha professora no 3° ano do curso primário, em 1953, no Grupo Escolar Jacinto Sá. Dona Jandyra tinha uma irmã, também professora, Dona Lourdes, casada com Sr. José Simões. Simões era meu amigo, gostava de jogar Snooker. Freqüentamos o Salão Azul Snooker do Sr. Júlio Perino por muitos anos.
  Armando de Oliveira. Chicão tinha um vizinho, Armando, popularmente conhecido como (Bigota), e sua esposa Dona Lola Mesquita de Oliveira. Ele era concunhado do José de Camargo. Melhor esclarecendo, ele era casado com a irmã de Olympia, esposa de José de Camargo. Bigota residia na Rua Amazonas, nº. 719, era proprietário de um posto de gasolina quase no final da Rua Duque de Caxias, hoje Posto Texaco, do Zelão. Algum tempo depois, ele vendeu o posto de gasolina e mudou-se para São Paulo, indo morar no bairro do Pacaembu/Perdizes.
  Irmãos Guskuma. Na rua Duque de Caxias nº. 304, estava localizada a empresa do Marinho S/A. Comércio e Indústria. Revenda de Veículos e Peças. Marinho foi o maior vendedor de veículos da marca "DODGE" em todo território brasileiro. Atualmente Marinho e seu filho Alexandre, são proprietários de um belíssimo posto de combustível "Texaco", na esquina do Supermercado Sé (Pão de Açucar). No nº. 425, estava a Indústria de Torrefação Café Cotam; no º 815, a Transportadora Suzuki Ltda., de Luiz Nogueira, no nº. 950, estava Gráfica de Manoel Paes (pai do Moacir, meu colega do terceiro ano do primário no ano 1953), no nº. 976, a Oramaq; no nº. 1114, o Posto do Castor, próximo ao Asilo São Vicente de Paula e no nº. 1384, o posto dos Irmãos Guskuma.
Clóvis Conceição Souza. Nosso vizinho, Sr. Chicão, tinha um depósito na esquina da Rua Amazonas, nº. 717 com Duque de Caxias, nºs. 196 e 206, onde armazenava alfafa e onde depois, montou uma borracharia. Mais tarde, alugou seu barracão para o Sr. Clóvis Conceição Souza, que montou, naquele local, sua retífica de motores. Clovis tinha uma filha, Rosemari, amiga da Cléa Tupiná Magni e da minha irmã Ondina Martins. As três eram inseparáveis. Rosemari casou-se com Jairo Pinto Pinheiro e reside na cidade de Jales-SP. Cléa é irmã de Hermilo Coelho Tupiná. Também na mesma rua, meu amigo José Francisco de Almeida tem uma borracharia e eu administro suas casas em minha Imobiliária.
  Julio Ono. Meus pais residiam na Rua Amazonas nº. 791. Na mesma rua, no nº. 809, reside a família do Sr. Hashimoto, proprietário do Bar Marabá, por volta dos anos cinqüenta. No ano de 1957, Hashimoto vendeu o Bar Marabá para o Sr. Julio Ono, que depois o vendeu em 1962 e comprou o Bar Ipiranga, localizado na rua Duque de Caxias nº. 177. Julio é casado com Hanako Ono; eles têm três filhos: Ronaldo, Suzi e Édson. É uma família muito unida; todos os seus irmãos ajudam tocar o bar. São eles: João, Mitiko, Paulo e Rosa. João é casado com Olinda. Seu filho Luciano foi colega de escola de minha filha. Ainda na Rua Amazonas, nº. 865, na esquina com a avenida Domingos Perino, havia a residência do Lauro Migliari. A seguir, nº. 843, residia o José de Camargo.
  Maria Paula de Jesus. Logo depois, no nº. 853, na Rua Amazonas, residia a família de Maria Paula de Jesus (Nha Duca). Seu genro, Sr. José Resende Gomes (Resende), era pai de Ondina Rezende. Ondina trabalhou comigo na Drogasil. Resende é pai, também, de Lúcia e Yone Rezende Floripes. Yone casou-se com Luiz Floripes, que trabalhava na Prefeitura de Ourinhos, e depois foi transferido para SAE. O casal teve quatro filhos: Maria Tereza, casada com Paulo, e reside em São Paulo; Luiz Fernando, casado com Gabriele, tem um filho, João Pedro e residem em Ourinhos. José Eduardo, casado; Lélia, reside em Curitiba e Silvia casou-se com Cláudio, que depois, se mudaram para o Chile e, atualmente, residem em Santiago. Luiz era compadre de José Camargo. Nós três pescamos e caçamos juntos durante muitos anos. Éramos muito amigos.
  Anastácio Avanzi. Na Avenida Domingos Perino, n°. 350, residia a família de Anastácio Avanzi, casado com Ana de Mello Avanzi. O casal tinha seis filhos: Maria de Lourdes, José Ângelo, Dorival (Urubatão), Alda Custódia, Louris e Maria Célia. Meus pais compravam leite e seus derivados da família. O Sr. Anastácio era proprietário do "Sítio Santa Ana", com 18 alqueires, em Ribeirão do Sul.
Joaquim Benato. Ainda na mesma avenida, no n°. 338 residia Joaquim Benato e seus filhos, Leônidas, Isaira, Ester, Edna, Marilei, Maristela, Sérgio e Sidnei. No nº. 330, residia José Medroni. Em frente, no nº. 329, o Aristides, casado com Alice e trabalhava na Rede Ferroviária Federal. O casal teve três filhos: José, Antônio e Ângela. Nos fundos havia a residência do Sr. Lazinho, que era barbeiro. Ele tinha três filhos: Aristides, Cidão Malandro e Terezinha.
  Isaac Benato. No º 351, residia a família de Isaac Benato, casado com Idelma Bruno Benato. O casal teve oito filhos: Isaira, Íria, Ignez, Idelma, Ivanil, Ivone, Isaac e Ivam. Ivam Benato é advogado e meu colega. Ivone Benato Cordeiro foi minha segunda namorada, no ano de 1955. Casou-se e tem uma filha, de nome Samanta, que trabalha na Opção Imóveis, do meu colega Dora.
  Jairo Corrêa Custódio. Ainda na Avenida Domingos Perino, nº. 385, residia o Sr. Jairo, casado com Sebastiana Carvalho Custódio. Eles tiveram três filhos: Zélia, João Batista e Luiz. Luiz Carlos Corrêa é meu amigo; trabalhamos juntos na Drogasil e, depois, no Banco Mercantil. Na frente da sua casa, a poucos centímetros do muro, ele tinha uma macaquinha, que vivia assustando os transeuntes. Vale lembrar que Luiz Carlos é poeta e, vez por outra, aparece nas páginas do jornal Folha de Ourinhos, das irmãs Edite e Emery Farah. Em 2007, ele foi um dos premiados no 1º Concurso de Poesias Cidade de Ourinhos, chegando em 3º lugar, com a poesia intitulada "O Trem em Ourinhos". Sua irmã Zélia é também escritora e poeta, e foi candidata a vice-prefeita de Ourinhos em 2005, na chapa do Claudemir Alves da Silva. Seus pais eram carnavalescos e, todo ano, saíam com um bloco na rua, sempre imitando velhos e transvestidos de mulheres. Na época do regime militar, o Sr. Jairo foi perseguido por políticos, por ser contrário àquele regime.
  Manoel Pessoa Filho. Na esquina da Avenida Domingos Perino, no nº. 411, ficava o bar e mercearia de propriedade do Sr. Manoel, adquirido no ano de 1948. O Sr. Manoel era casado com Luiza Morales Pessoa e o casal teve três filhos: Heloisa, Helcia e Hélio Pessoa Morales. Hélio é meu amigo e colega na advocacia.
  Horacilio Vascon. Do outro lado da rua, na esquina, no nº. 421, havia o bar e mercearia do Horacilio Vascon, que era casado com Izabel. Seu filho Marcos trabalha no Banespa/Santander. Horacilio é irmão do Abílio Vascon, pai de meu amigo Eglair Vascon, que foi gerente do Banespa em Madri, na Espanha por mais de dez anos. No nº. 441, residia a família do Jair Laperuta.
  Sebastião Bortolato. Ainda na avenida, na esquina do nº. 442, havia o bar de propriedade de Sebastião Bortolato e seus irmãos, Mário e Pedro. Eles trabalhavam na compra e venda de cereais, tais como batata, cebola, arroz, feijão, etc. Atualmente, o Sr. Pedro Bortolato, reside na Avenida Horácio Soares, bem próximo de minha residência. Pedro era muito amigo meu e de papai. Tinha uma Kombi e, à noite, saíamos paquerar a mulherada de Kombi. No nº. 450, residia a família Meleiro e, no nº. 465, a família de Hélio Marcondes. No nº. 477, Guerino Cassiolato.
  Francisco Paixão. Na avenida domingos Perino, nº. 545, estava localizada o Empório do Paixão. Francisco casado com Francisca, o casal teve dez filhos: Maria, Luiz, José, Alcides, Terezinha, Nadir, Aparecida, Antonio Carlos, Luzia e Osvaldo. Maria casada com Osvaldo Manfrim; Luiz, casado com Otilia; José, casado com Geraldina; Nadir, casada com Raul; Aparecida, casada com Hermínio; Terezinha Paixão Bueno, casada com Jamil. Dona Terezinha é vereadora eleita pelo partido PSDB. Osvaldo Paixão, casado com Nilce, filha de Ângelo De La Costa, tem dois filhos: Francisco Neto e Andreia. Osvaldo foi funcionário do Banco do Brasil durante mais de trinta anos, até sua aposentadoria. Atualmente, Osvaldo dispõe de seu tempo livre dedicando-se às entidades filantrópicas.
  A antiga sede da Fazenda Bom Jesus. Ainda na Avenida Domingos Perino nº. 312, esquina com a Rua Pará, nº. 929, ficava a antiga sede da Fazenda Bom Jesus, dos Perino. Na esquina com a Rua Amazonas, era a casa de Duia Perino, construída em 1938. No meio da quadra, ficava a casa da mãe de Duia, Dona Angelina, construída em 1939. Na esquina da Rua Amazonas com a Rua José Felipe do Amaral, em 1948, Duia Perino construiu outra casa. Na antiga sede da fazenda dos Perino, residiam os familiares de Benedito, Duia, Santo, Oswaldo Perino e outros. Na parte de cima, era cafezal e pastagens.
  Antonio Nunes da Horta. filho de Laudelino da Horta e Angelina Gavini da Horta, o casal teve cinco filhos: Antonio, Domingos, José Benedito, Maria Lucia, Catarina, Maria Benedita, José Benedito. Toninho Horta, como é chamado, tem cinco filhos: Rosana, Maria, Luiz Antonio, Roselena e Luciomar. Toninho Horta residia na avenida Domingos Perino nº. 15. No nº. 26, era residência do Oscar Manfré, que trabalhava na agência Chevrolet dos Cury em frente a Praça Mello Peixoto. Manfré era casado com Laura Bonato.
  David dos Santos Neves. Seu vizinho em frente era o português que tinha como profissão "Tanueiro" fazia corotes de madeira de carvalho e tonéis para deposito de pinga. O Sr. David nasceu em Cortegaça, em Portugual. Veio para o Brasil em 1927. Depois de seis anos, mandou buscar em Portugal sua esposa Josefa Cordeiro Lopes e sua filha Ricardina (ambas nascidas em Cortez - Fregesia de Leiria). O casal tem duas filhas: Ricardina e Maria. Dona Maria era casada com Juraci Borges. Maria e Juraci tem três filhos: Márcia, Adriana e Mauricio, (todos advogados). Márcia é viúva. Derli tem uma filha: Maira. Adriana é casada com Junior com quem tem dois filhos: Rodrigues e Henrique. Ricardina da Costa Neves Fiorini casou com João Fiorini e teve três filhos: João Ricardo, José Roberto e José Renato. João Ricardo Fiorini casou com Maria Silvia e tem três filhos: Patrícia, Ricardo e Fernando; José Roberto Fiorini, casado com Hilda tem dois filhos: Murilo e Rodolfo; José Renato Fiorini casou com Vanderleia e tem dois filhos: Angélica e José Renato, Saleme Calixto. Na casa da frente, residia o Saleme Calixto casado com Carmem; têm três filhos: Nacin, Alfredo e Antonio Carlos. Do lado, havia um casarão de madeira. Nele, o "Nestor Cretuche", mantinha sua academia de box e seu ringue de "luta de Box". Seu vizinho, Julio Botarelli, era motorista de caminhão; transportava combustível para "Gulf." Era casado com Maria Botarelli e teve seis filhos: Geralda, Rosalina, Zênitte, Otilia, Darci e Julio Filho.
  José da Silva (Gezo). Ainda na Avenida Domingos Perino. Na avenida, lado ímpar, esquina com a Rua Amazonas, residia Benedito Nunes, casado com Alzira, proprietários de um sitio na região. A seguir, residia, no nº. 169, minha família. Essa casa, muitos anos depois, foi vendida para Flavio Luiz Volpe, que nela reside até a presente data. Flavio possui um salão, o Volp´s Cabeleireiro, na Rua Rio de Janeiro, nº. 180. Trabalha com ele, em seu Salão, seu primo Ariovaldo Volpe, o Preto, meu barbeiro há mais de dez anos. Depois, no nº. 153, residiam o Sr. José da Silva (Gezo) e dona Áurea. O Sr. Gezo trabalhava na Companhia de Automóveis Raul Silva, antiga Ford de Ourinhos. Depois, ele trabalhou muitos anos na Santa Casa de Ourinhos. O casal teve duas filhas: Norma e Anésia, que foram amigas das minhas irmãs.
  Ângelo Silva. O Sr. Ângelo trabalhava junto com o Sr. Gezo na mesma concessionária Ford, Raul Silva. Era casado com dona Conceição, com quem teve quatro filhos: Carlos, Antônio Eduardo, José Ângelo e Marco. Marco Aurélio Silva depois se casou com Nanci e tiveram três filhos: Viviane, Mayra e Rodrigo.
  Waldomiro, meu padrinho de crisma. Waldomiro Seixas Lopes, casado com Marina, era um migrante do Nordeste. Trabalhava na antiga empresa Companhia de Automóveis Raul Silva em Ourinhos, onde também trabalhavam Ângelo Silva e Gezo. Meu padrinho era o contador da empresa e, nas horas vagas, fazia a contabilidade da nossa olaria. Quando meu padrinho se aposentou, mudou-se para Curitiba, onde tempos depois faleceu.
  Aureliano Higino Assis Pimentel. Na Avenida Domingos Perino, n°. 149, residia a família Pimentel. Seu patriarca Aureliano Higino Assis Pimentel e sua esposa Maria Francisca da Conceição, vieram de Lençóis Paulista. O casal teve sete filhos: João, casado com Helena; Maria, casada com João Cruz; Ester, casada com José Rocha. Benedito Pimentel, casado com Lourdes. Benedito Pimentel foi jornalista, vereador e presidente do Aeroclube de Ourinhos. Tenho boa amizade com sua filha, Rose Marta Pimentel Mader e seu marido. Ela é redatora-chefe do Jornal da Divisa. Irinéia casou com Valter de Oliveira e Aristides Pimentel, solteiro, formou-se padre.
  Posteriormente, deixou a batina para se casar com Terezinha. Por último vem Antônio Pimentel, casado com Carmem Antonieta, irmã de Benedito Antonieto. O casal teve três filhos: Antônio Pimentel Filho, casado com Cecília, administrador de empresas, e trabalha junto com o pai, dedicando-se ao ramo de transporte de encomendas. Toninho e Cecília têm dois filhos: Rafael e Daniel. Aureliano Neto, casado com Silvana, teve dois filhos: Ulisses e Thais. E Alexandre Pimentel, casado com Roselene de Oliveira Pimentel, advogados militantes, têm dois filhos: José Alexandre e Letícia. O Sr. Antônio Pimentel foi gerente da Vasp de Ourinhos, onde trabalhou por mais de 20 anos. Também foi chefe de gabinete do prefeito Domingos Camerlingo Calo, em 1966. É político militante. Tenho amizade com Alexandre e Antônio Pimentel Filho.
  Refrigerantes Caiçara. Depois da Rua Amazonas, nós nos mudamos para a Avenida Domingos Perino, 169. Eram nossos vizinhos, lado impar (esquerda): Na Avenida Domingos Perino, nº. 229, a família do pecuarista, Sr. Gabriel Botelho de Souza Neto. A seguir, no nº. 239, residia o Sr. Theodomiro de Oliveira, que era proprietário dos Refrigerantes Caiçara.
  José Maria Paschoalick (professor). No n°. 249, residia o professor José Maria Paschoalick, prefeito de Ourinhos no período de 1956 a 1960, quando eu era ainda um adolescente. Paschoalick era casado do a Sra. Ondina e ambos eram professores. Ele foi também, diretor de escola. Residia vizinho o irmão de Dona Olímpia Durvalina, o Sr. Antônio Botelho, já falecido.
José Carlos Botelho Também residiu na Avenida Domingos Perino o Sr. José Botelho, pai de José Roberto, que trabalhou comigo durante muitos anos na Drogasil. Na esquina da Rua Amazonas, 865 com a Avenida Domingos Perino, residia o Dr. Lauro Migliari. Do outro lado da Avenida Domingos Perino, com a Rua Amazonas, 864, à direita na esquina, residia Benedito Martins, que era casado com Angelina e seu filho, Cláudio.
  Milton Mella. Avenida Domingos Perino/Jacintho Sá. Na Avenida Domingos Perino n°. 131, residia a família do Sr. Benedito Pelegrino, gerente da Pratizec, especializada na compra e venda de cereais. Sua empresa tinha sede na Avenida Jacintho Sá, quase em frente à olaria de meu pai. Ele teve quatro filhos: Nelson (Coruja) e Osvaldo (Pacola), meus amigos de infância, e duas filhas Elza e Dulce. Dulce casou-se com Milton Mella, proprietário da Farmácia Coração de Jesus, localizada na esquina da Rua Duque de Caxias com a Avenida Jacinto Sá, nº. 600. O Sr. Benedito mudou-se para a cidade de Panorama-SP. Adiante, ainda na avenida, no nº. 141, residia o Sr. Nicolino Izo, cuja filha Enriqueta, mais conhecida por nós como Iozingue, era nossa amiga de turma, brincava, jogava bola, nadava e caçava conosco; parecia um moleque como nós. No, n° 129, residiam o Sr. Gobi e sua esposa Celina, com eles seu neto Sidnei.
  Alonso José Castilho. Na Avenida Domingos Perino, n°. 123, estava localizada a tinturaria do Sr. Alonso, ao lado de sua residência. O Sr. Alonso trabalhava como vigia na antiga Sanbra. Era casado com dona Rosa, e tiveram quatro filhos: Onofre Castilho, Deolinda, Orlando e Elizaberth. Onofre Orlando e sua irmã Deolinda foram meus amigos de infância. Onofre casou-se com Clotilde e tiveram quatro filhos: Kátia, Sandra, Renato e Roberto. Orlando casou-se com Dirce e tiveram três filhos: Robson, Jefferson e Ericson. Deolinda casou-se com Nilton e Elizabeth casou-se com Carlos.
  Joaquim de Matos. Em 1957, o português Joaquim de Matos, amigo e vizinho de papai, comprou a casa da Avenida Domingos Perino n°. 123; construiu um prédio assobradado, com frente para a Avenida Jacintho Sá, n°. 795, e montou sua empresa, a Cerealista Aliança. Joaquim é casado com Anésia Agrela de Matos e tiveram dois filhos: Armando e Ana Maria. Seu filho Armando casou-se com Maria Ivone e sua filha Ana Maria é solteira.
  Antônio Delfino de Oliveira. Nossos vizinhos na Avenida Domingos Perino. Nos nºs. 264, 274 e 286, lado par (esquerda), esquina com a Rua Amazonas, lado impar nºs. 889, 907, 923, 945 e 967, ou melhor, no quarteirão inteiro residia a família Perino. Ainda na Avenida Domingos Perino, n°. 180, na esquina, residia o Sr. Mário Japonês. Era viúvo e trabalhava em sua casa como confeiteiro. Tinha três filhos, Rosa, Mário e Anamithian. Sua filha mais velha de nome Rosa, era minha amiga de infância. Logo a seguir, no n°. 176, residia Dona Emilia, que tinha uma filha, Maria, que depois se casou com Antônio Delfino de Oliveira, meu colega no Banco Comercial Brasul; o casal tem três filhos e reside em Piraju. Atualmente, nessa casa, reside meu amigo Jorge Emilio Calixto e sua família. Ainda na avenida no nº. 264, residia Levon Torossian, que era casado com Zelinda Doriguelo Torossian, professora no Grupo Escolar Virginia Ramalho; o casal teve três filhos: Silvana, Levon Junior e Krikor. Hoje, O Dr. Krikor Torcian é meu vizinho e colega de advocacia. João Chuminski. Ainda na Avenida Domingos Perino. Logo a seguir, no n°. 150, reside o Sr. João Chuminski, nascido em alto mar, em 10.01.1926, quando seus pais vieram para o Brasil, imigrantes da Bessarábia. Ele é casado com Melania Gurtovenko Chuminski, cujo apelido é Emilia. Dona Melania também nasceu na Bessarábia, hoje parte da Ucrânia. A família de Chuminski veio para Ourinhos em 23.06.1950. Eles tiveram quatro filhos: Victor, Vilma, Valdir e Vlademir. Naquela época, nosso vizinho João trabalhou por mais de dois anos e meio na Casa Zanotto, tendo, a seguir, montado sua própria alfaiataria. O Sr. Chuminski reside desde 1950 até hoje, no mesmo imóvel.
  O português José Maria. No n°. 146, havia a empresa Implementos Agrícolas Josemar Ltda., que fabricava carrinhos, charretes, carretas, carrocerias para veículos e outros similares, pertencente ao português José Maria. Logo a seguir, no nº. 140, era um grande terreno vago, chegando até a Avenida Jacinto Sá, nº. 831, onde hoje está instalado um posto de gasolina Texaco.
Antonio Fernandes. No início da Avenida Jacintho Sá, no nº. 21, atualmente se acha instalado o Centro de Ressocialização, da Secretaria Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, mesmo local onde anteriormente funcionara a antiga Cadeia Pública de Ourinhos. Ali, nos primórdios do município, mais exatamente, nos primeiros vinte anos de vida de nossa cidade, localizava-se o Cemitério de Ourinhos. Esse antigo cemitério era um terreno largo e delimitado por cercas de balaustres, isto é, ripas de madeira. O novo cemitério, no final da Rua Gaspar Ricardo, só seria inaugurado em 1928. No lado esquerdo, no nº. 135 estava a fábrica de potes do meu padrinho Antônio Fernandes, pai do Fernando, que trabalha na Prefeitura de Ourinhos e, atualmente, no local, está a empresa Auto Viação Ourinhos Assis "Avoa" de Manoel Lucio de Carvalho e irmãos. Do lado direito, nº. 186, estava estabelecida a empresa Armazéns Gerais Prado Chaves, atacadista de algodão. No nº. 196, o prédio da Cia. Plsyzeck, atacadista de alfafa, cujo gerente era Benedito Pelegrino, sogro do Milton Mella, da Farmácia Coração de Jesus, e pai dos meus amigos Nelson (Coruja) e Oswaldo (Pacola).
  André Moya Netto. Na Avenida, Jacintho Sá, nº. 222, estava a casa do Oswaldo Palácio Moya, no lado direito. Na esquina, havia um terreno baldio, onde está hoje a Mecânica Pesada Jacaré. A seguir, vem a casa do Sr. Narciso Migliari, pai do Dr. Hélio, Lauro e Orlando. Ao lado, está a casa nº. 280, do Sr. Pedro "Tico" Migliari, irmão do Sr. Narciso e pai do Nelson, que foi vice-prefeito de Ourinhos. Na esquina, tempos depois, o prédio foi demolido e construíram no local o prédio das Indústrias Migliari Ltda. Em frente, o Moya e no nº. 295, a indústria CWA. No nº. 269, encontramos o terreno de D. Maria Restoy Galindo, conhecida como D. Maria Moya, casada como Sr. André Moya Netto. São eles, os pais do Sr. João Moya Restoy, que se casou com D. Maria Flores Morales. João Moya Restoy e D. Maria Flores Morales são os pais de D. Luiza Ferrari, casada com o Sr. Nilo Ferrari, e do Sr. André Moya Flores, casado com D. Joana Moya Gonçalves. O Sr. André e D. Joana são bisavós da Ana Luísa.
  Valdomiro Arantes. (o Chavantes). Na esquina, do lado ímpar, ficava a casa do pianista e maestro Adolpho Galileu. O Maestro Galileu tocava piano no intervalo dos filmes exibidos no cinema e nas missas da Igreja Matriz antiga. Ainda na Avenida Jacintho Sá, na 3ª. Quadra, entre as ruas Narciso Migliari e Gaspar Ricardo, do lado direito, numeração par, o prédio da esquina era "A Catedral", uma espécie de farmácia de produtos à base de ervas medicinais. Havia a marca de cigarros "Catedral", que dizia, "não faz mal". Era ali, no início da Rua Narciso Migliari que existia o famoso pontilhão sobre os trilhos da Sorocabana, que ligava a parte de baixo à parte de cima da linha. Atravessar a linha por cima, pelo pontilhão, era programa obrigatório de toda criança. Observe-se que esse pontilhão, nada mais era do que uma passarela para pedestres. A seguir, vinha o Hotel Patton, que dominava quase toda a rua. Tinha uma parte assobradada e uma enorme varanda voltada para a estação. Em seguida vinha o Salão Ideal, antigo Salão do Tim, barbearia do Valdomiro Arantes, o Chavantes, craque do Esporte Clube Operário. Na esquina da Avenida com Rua Gaspar Ricardo, está a casa de tecidos "Flor da Armênia", do Sr. Karekin Erzenian.

Continua o Capitulo XV ...

Eitor Martins

 

 
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