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Imóveis em Ourinhos e região

 

Capitulo XIII - EMPRESAS E INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS DE OURINHOS
PRIMEIRA FACULDADE DE OURINHOS
Fundação Educacional "Miguel Mofarrej"

  A Fundação é uma sociedade de Direito Privado, sem fins lucrativos, destinada à expansão e ao aperfeiçoamento do ensino na região e no país. Foi instituída como Entidade, em Assembléia realizada no dia 29 de dezembro de 1970.
  Sua escritura pública de constituição foi passada no dia 11 de fevereiro de 1971 no 1º Tabelionato de Ourinhos, no livro 81, fls. 175v/180. Foi registrada no Cartório de Registro de Imóveis e Anexos, Comarca de Ourinhos-SP, no Livro A n.º 02, do Registro de Pessoas Jurídicas, às folhas 87/88. Recebeu em 09 de outubro de 1972, como doação, todo o patrimônio da Associação Interestadual de Ensino e Cultura (ASSIEC) - Mantenedora da Faculdade de Administração de Empresas de Ourinhos.
  Primeiros cursos: Em 12/09/1972, foi autorizado o funcionamento da Faculdade de Ciências e Letras de Ourinhos, com os cursos de:

Letras - Licenciatura de 1º grau - Habilitação em Português / Inglês;
Geografia - Licenciatura Plena;
Ciências Biológicas - Licenciatura Plena;
Ciências - Licenciatura de 1º Grau;
Desenho e Plástica - Licenciatura Plena.
Primeiro vestibular - Realizou-se em setembro de 1972;

  Integração - Em 10/03/1981, as duas Faculdades forma estruturadas em um único estabelecimento: Faculdades Integradas de Ourinhos.

Novos cursos
1988 - Ciências Contábeis;
2001 - Administração - Habilitação Comércio Exterior;
2001 - Administração - Habilitação em Marketing;
2001 - Administração - Habilitação em Administração Pública;
2001 - Administração - Habilitação em Gestão Hoteleira;
2001 - Turismo (Bacharelado);
2001 - Sistemas de Informação (Bacharelado);
2002 - Direito (Bacharelado);
2004 - Enfermagem;
2004 - Ciências Biológicas;
2005 - Medicina Veterinária;
2005 - Arquitetura e Urbanismo;
2005 - Normal Superior - Educação Infantil;
2005 - Normal Superior - Anos iniciais do Ensino Fundamental;
2005 - Agronomia;
2006 - Psicologia;


Associação Comercial e Indústrial de Ourinhos

  Da união de um grupo de empreendedores preocupados em defender os interesses comuns e promover a harmonia da classe empresarial, nasceu em 21 de março de 1933, a Associação Comercial e Empresarial de Ourinhos.
  Presidida pelo Sr. Rodopiano Leonis Pereira, a entidade traçou sua história ao participar ativamente do processo de desenvolvimento do município e fazer valer o esforço de seus dirigentes para fomentar o crescimento do setor, transformando o comércio em uma das principais fontes de renda da economia municipal.
  A ACE solidifica sua posição de entidade representativa de classe, atuando em conjunto com o poder público em prol do progresso econômico e social de Ourinhos.
  Sua administração forte e focada no amparo e defesa dos lojistas, constitui uma base sólida para que a entidade represente uma importante aliada do empresário, assegurando-lhe seus direitos e anseios.
  Com uma ampla rede de serviços, a ACE busca fortalecer cada vez mais a relação com seus associados, proporcionando condições para que desenvolvam suas atividades com todo o suporte e respaldo necessários. Para isso, conta uma equipe de profissionais especializados nas áreas: de consultoria, gestão e marketing à disposição do empresário para orientá-lo quanto ao desenvolvimento de projetos estratégicos para os seus negócios; jurídica, para o esclarecimento de dúvidas referentes à defesa de seus direitos; e de comunicação, para auxiliar na divulgação de seus produtos e serviços junto ao seu público alvo.
  Oferece também acesso exclusivo ao Serviço Central de Proteção ao Crédito, uma ferramenta indispensável para o controle e prevenção da inadimplência. Com as informações fornecidas pelo sistema, é possível consultar os dados de clientes (pessoa física e jurídica) em qualquer parte do Brasil e ainda cruzar os registros disponíveis nos bancos e cartórios de protestos.
  Parcerias - Tendo como filosofia a excelência no atendimento, a ACE aposta na valorização das parcerias para a expansão de suas atividades. Instituições renomadas como SENAI, SENAC, SEBRAE e FIESP integram o hall de parceiros da entidade e atuam de forma conjunta na promoção de cursos, palestras e workshops voltados à capacitação do empresariado.
  Sempre com temas relevantes, os eventos trazem à tona assuntos que fazem parte do cotidiano empresarial. Entre alguns exemplos, destacam-se a prevenção da inadimplência, as técnicas de vendas no varejo e a qualidade no atendimento, abordados de forma dinâmica e eficiente para que o ensino praticado em aula possa interagir positivamente nos conceitos presentes nas empresas. Além do conteúdo didático, que promove a qualificação do setor, a presença de empresários de diversos segmentos comerciais nos eventos possibilita uma rica troca de experiências entre os participantes.
  A Associação esta estabelecida à Avenida Altino Arantes nº. 414.
Primeira Gestão
  A primeira diretoria da ACE Ourinhos, eleita e empossada em 21 de março de 1933, era composta por:
- Presidente: Sr. Rodopiano Leonis Pereira
- Vice-presidente: Donato Sassi
- 1º secretário: Álvaro Q. Marques
- 2º Secretário: José da Cruz Thomé
- 1º Tesoureiro: Miguel Cury
- 2º Tesoureiro: Pedro Médici
Gestão Atual
Presidente: Diógenes Corrêa Leite.
Vice-Presidente: Robson Luis Martuchi
1º Secretário: Winston Khatchik Edirnelian Junior
2º Secretário: Celso Domingues da Costa
1º Tesoureiro: Antônio Corrêa
2º Tesoureiro: Frednês Corrêa Leite
Diretor do SCPC: Antonio Aurélio Fittipaldi
Diretor do SCPC: José Roberto Tasca
Diretor do SCPC: Carlos Roberto Billar
Diretor: Adilson Garcia Lopes
Diretor: Vanda Aparecida Mansano Pereira
Diretor: Cássia Regina Maroco Raphanhin.
Conselho Deliberativo: Winston Khatchik Edirnelian, Lavínia Maria Gomes Xavier de Oliveira, Pedrinho Boarato, Ricardo Augusto Cury, José Antonio Marques Vieira, Armando Volpe, Mário Frazatto, Donizete Peres Martinez, Manoel Lúcio de Carvalho e Gerson Aparecido Correa Leite.

Companhia Telefônica Brasileira - CTB

A CTB instalou em Ourinhos, no início do ano de 1932, um Centro Telefônico, localizado na Rua Paraná, junto à Casa Edmundo. Ficou encarregada da estação de Ourinhos a senhorita Antonia de Souza. Rodava-se uma manivela no telefone preto de mesa, tomava-se o fone ao ouvido e pedia: Alô! Eu preciso viajar amanhã cedo, você me acorda às 5 horas? "Pois não, senhor, pode deixar, já tomei nota." Às cinco horas, precisamente, o telefone tocava.
  Não havia despertador, observará alguém. Na verdade havia sim, mas o despertador é uma máquina e, naquele tempo, todos os relógios eram movidos a corda manual, poderiam falhar. Mas a amiga telefonista, não. Esse diálogo era comum com outras pessoas, com outros nomes. Mas sempre com a mesma cordialidade, o mesmo carinho, a mesma disponibilidade. De um lado a telefonista, e de outro o então feliz possuidor de uma linha telefônica. As telefonistas, enfim, eram amigas de todos, ajudavam no que fosse possível.
  Foram tantas as telefonistas da Companhia Telefônica Brasileira que é muito difícil enumerá-las. Cito algumas: Neide Vitorino, Zilda, Lourdes, Guiomar, Gilda, Renato, Jandira, Cremilda Veronês, Raquel Fortes, Nilce, Cida, Maria Neves, Maria José, Zulmira Rossini, Eurides e outras.
  Havia calor humano, de um lado a telefonista ante a mesa, repleta de fios e de plugues e de outro o morador da cidade. Nesse ambiente, de um tempo romântico da vida desta cidade, o gerente era Jacy Fernandes e sua esposa, sempre receptivos, atenciosos, românticos... Depois, por muito tempo, faziam parte do grupo de casais que acompanhavam Francisco Petrônio, nos Bailes da Saudade. Ligação interurbana? Uma verdadeira epopéia. Era preciso contatar pontos intermediários.
  Quantas pessoas vinham de Jacarezinho a Ourinhos para telefonar para São Paulo. De Ourinhos a São Paulo, era necessário conseguir linha para Avaré, Botucatu, Sorocaba, São Roque, até chegar ao destino. Às vezes, decorriam horas para se conseguir a linha. Mas lá estavam as prestimosas meninas que, com satisfação, chamavam o interessado que esperava para ouvir sua voz.
  Os comerciantes, empresários, ansiosos, desorganizados: Vico Moraes, João e Júlio Zaki, Armando D'Andréia, Eloy Chequer, Antoninho Ferreira, Basílio Vinci, o Tuffy, da loja Móveis Regina, o Mi-guelzinho, do Tertuliano; o Pinheiro, do Banco, o Dr. Camargo Pires, Dr. Monzillo...
  Quantas vezes, Ivone e as meninas da Caprichosa, ao pedirem uma ligação, aproveitavam para falar das novidades: "Guiomar, chegaram uns panos muito bonitos, dá uma passada por aqui." Ou o Alberto Matachana: "Nena, passe por aqui para ver sapatos de último lançamento que chegaram." Pois as meninas, as telefonistas eram as dançarinas preferidas nos bailes do Grêmio, do Ourinhense, do Palmeirinhas.
  Havia outros recados. "Maria Neves, amanhã, 18 de outubro, é dia do Médico, não vou estar aqui. Faz favor, dá uma telefonada ao Dr. Monteiro e lhe dê um abraço por todos nós." Elas eram as confidentes sigilosas, sabiam dos namoros, das conquistas, às vezes até portadoras de um pequeno recado. Segredos de alcova, guardados com discrição. Elas mesmas, quantas vezes, eram alvo de declarações, e daí nasceram namoros, noivados, casamentos...
  O Dia da Telefonista, além do Natal e Fim de Ano, era momento da retribuição. A pequena casa na Rua São Paulo, perto do Hotel Internacional, com um corredor de entrada, era procurada o dia inteiro, com mensageiros que levavam flores, presentes e bombons. O progresso é necessário; ele vem por motivos imperiosos, mas expulsando o calor humano, o carinho, a poesia, o romantismo. Hoje digita-se o número e, às vezes, até na consulta à lista telefônica, não consta esse número. O que se ouve é apenas uma voz fria, sem sentimento, sem maiores conseqüências.
  Por utilidade, ou mesmo por esnobismo, no carro, na loja, no barzinho, soa a campainha do celular e a imponência substitui os ciclos de fraternidade. São as vantagens e desvantagens do progresso, mas é preciso progredir. Alô, Maria Neves, Nena, Zilda, vê se consegue essa ligação para mim, por favor. Triim... triim... seu Fulano, já são cinco horas. Alguns minutos depois novos toques: doutor, desculpe, é só para confirmar se já acordou... Neide Victorini foi a telefonista que fez a primeira ligação de Ourinhos para o exterior, ligou para Itália, a pedido de Henrique Redher.

Companhia Telefônica de Ourinhos - CTO

  Também na Rua São Paulo foi inaugurada a CTO, em 01 de maio de 1964, tendo como idealizador e presidente desse empreendi-mento, o Dr. Odayr Alves da Silva que, na época, era diretor da Associação Comercial e Industrial. A mudança contribuiu muito para o crescimento da cidade de Ourinhos. A Companhia Telefônica de Ourinhos transformou os telefones à manivela em modernos aparelhos automáticos. Levaria alguns anos para alcançar essa tecnologia pela Telesp, mas a CTO antecipou a mudança.
  O telefone, como o conhecemos no século XXI, está com os seus dias contados. O sistema de banda larga da internet, já é, hoje, mais eficiente e econômico, e o celular parece não esgotar suas possibilidades, inclusive com a captação e transmissão de imagens. Até o início da década de 1960, Ourinhos vivia no tempo do telefone magnético ou a manivela, se preferir. Operado pela Companhia Telefônica Brasileira (CTB), o sistema em Ourinhos era, além de obsoleto, um entrave ao progresso da cidade que já contava com 35 mil habitantes. Entre empresas e residências ligadas à rede elétrica, apenas 7% dispunham de um telefone. Para 4.500 ligações elétricas, Ourinhos tinha apenas 320 aparelhos telefônicos.
  Essa realidade começou a mudar em novembro de 1957, quando Odayr Alves da Silva liderou um movimento pela criação de uma companhia que dotasse a cidade de um sistema mais ágil e inde-pendente de telefonia. A CTB tinha um escritório comercial na Rua Nove de Julho, onde está a sorveteria Pingüim, e um posto telefônico na rua São Paulo, perto da antiga Câmara Municipal, onde ficavam umas 20 ou 30 telefonistas. As ligações interurbanas eram feitas de uma cabine instalada na churrascaria Gaúcha, na Avenida Altino Aran-tes, quase em frente à SAE.
  No final da década de 1950, eram 280 linhas, chamadas diretas, e 40 ramais, que chamávamos de "conjunto". Por exemplo: Uma pessoa tinha uma linha telefônica em seu comércio e daquela linha saía outra para outro telefone. Isso era um "conjunto".
O comércio sentia a necessidade da instalação urgente de telefones automáticos. Liderados por Odayr, que naquela época fazia parte da Associação Comercial e do Rotary Club, onde defendia a tese de que nós deveríamos nos preocupar com a instalação de telefones, porque isso estava retardando o progresso de Ourinhos. Grandes empresas, bancos, comércio que dependiam muito do telefone, não se instalavam em Ourinhos.
  Nessa época, fazia parte da Associação Comercial gente como Toninho Ferreira (prefeito 1960/1963), Lauro Migliari, Isao Kobata, Hélio Silva, Américo Vieira, Julinho Correia, Jaime Menezes. No Rotary, pessoas como Armando D'Andréa, José Fernandes de Souza, João Amantini e outros, pressentiam que tinham que somar forças com Odayr, pois nossa cidade estava ficando para trás.
  José Maria Paschoalick, em 1958, demonstrava interesse pela instalação do telefone automático em nossa cidade, porém tinha dúvidas quanto à capacidade do grupo em alcançar o objetivo, mas foi convencido por Odayr, e então, passou a ser um defensor da idéia. A oposição da UDN, contra Paschoalick, liderada principalmente por Salvador Fernandes, Américo Vieira e outros, queria que não saísse o telefone automático para derrotá-lo nas urnas, prejudicando a campanha da CTO, mas, aos poucos, os obstáculos foram vencidos.
  Naquela ocasião, a cidade tinha 320 telefones. Depois de um levantamento, constatou-se a necessidade de 1.000 telefones, mas a CTO começou a operar provisoriamente em 8 de dezembro de 1963, com 200 telefones para uma fase experimental. Esses telefones operaram de graça até à inauguração oficial. Os telefones automáticos somente falavam entre si, não se comunicavam com os antigos telefones magnéticos da CTB.
  Foi no dia 1º de maio de 1964, durante o governo do prefeito Antônio Luiz Ferreira, que o telefone automático oficialmente começou a funcionar em Ourinhos. Nesse dia, no momento da inauguração, o jornalista Benedito Pimentel sobrevoou Ourinhos com um avião paulistinha do Aero Clube local, jogando panfletos sobre a cidade, saudando a CTO.
  Inicialmente, a CTO começou a funcionar na Rua Paraná; depois, mudou para Praça Mello Peixoto nº. 33, ao lado da tipografia do Thomé, num terreno comprado pela companhia.
  A CTO encerrou suas atividades em 1976. A Telebrás não a deixou crescer. A companhia sofria com a pressão das autoridades ditatoriais de Brasília. Para ampliar o número de linhas, era preciso autorização da Telesp, que não dava, porque tinha o seu equipamento e os seus interesses. Aí começou, o boicote. As ações da CTO foram trocadas por ações da Telesp que, naquela ocasião, não valiam nada. O acionista da CTO, na época, estava pensando na linha de seu novo telefone e cada acionista da CTO recebeu seu telefone. Todos queriam mesmo era o telefone.
  O primeiro telefone público da cidade foi instalado na Praça Mello Peixoto, em frente ao Banco Itaú. O primeiro telefone público instalado na Vila Odilon foi colocado num bar, na esquina da Praça Padre Rui, ao lado da farmácia do Matosinho.
  Por fim, no ano de 1977, logo após o encerramento das atividades da CTO, a Telesp providenciou a troca das antigas linhas telefônicas por linhas mais modernas, de alta tecnologia, de primeiro mundo. E os proprietários dessas novas linhas recebiam também sua primeira lista telefônica, cujo teor reproduzo nas páginas a seguir:

Agência dos Correios

O Correio estava localizado na Rua São Paulo, em frente à Igreja Metodista, e na esquina da praça estava a Casa Nortista, de propriedade de Tuffy Zaki Abucham (meu padrinho de Rotary). No lado oposto da rua, está o prédio que abrigou, na parte superior, o Grêmio Recreativo e a Câmara Municipal por muito tempo e, na parte térrea, funcionava a Agência dos Correios, que, depois de muitos anos, foi transferida para a Rua Euclides da Cunha, na esquina com a Rua Nove de Julho.
  O novo prédio dos Correios foi construído pelo pedreiro e construtor Aristides (Colher). O pedreiro Colher era uns dos melhores nessa especialidade em Ourinhos (se não o melhor). Foi ele que construiu o sobrado do papai na Rua Expedicionários, nº. 840, construiu parte da olaria e sempre reformou nossas casas, inclusive fez dezenas de fornos para olarias em nossa cidade. Lembro-me de que foi ele o construtor da casa no Jardim Paulista, do meu amigo Dr. José Vicente Amaral, com mais de 700 m2 de área construída.

O Mercado Municipal de Ourinhos

Em 18.12.1943, a Companhia Ourinhense de Armazéns Gerais S/A. adquiriu do espólio de Álvaro Ferreira de Moares uma gleba de terras sem benfeitorias de 22.000 m2, anexo á Rua Paulo Sá, na Vila Moraes.
  No terreno, a empresa construiu um prédio destinado a armazéns e anexos e passou a denominar-se Cia. Ourinhense de Administração, depois passou para Furnas Comércio e Indústria S/A.
  Em 28.08.1968, através de seu diretor e sócio, Dr. Theodósio Pires Pereira da Silva, reformou e ampliou totalmente o armazém situado na Rua Paulo Sá nº. 445, edificado em um terreno de 3.322,12 m2, contendo 84 boxes e demais instalações. Assim, a sede da Cia. de Armazéns Gerais do Estado de São Paulo, após uma ampla reforma, transformava-se em um condomínio, um centro de compras da população ourinhense. Um verdadeiro Shopping Center popular, onde atualmente cerca de mil pessoas circulam pelos seus corredores.

RELAÇÃO DOS PRIMEIROS PROPRIETÁRIOS DE BOX DO MERCADO MUNICIPAL

2- MANOEL AFONSO MELEIRO
3- DALVA RODRIGUES LUCENTE E OUTROS
4- OSWALDO FREITAS MARQUES
5- OSWALDO FREITAS MARQUES
6- OLINDA REGONHA MARTINS E OUTROS
7- OLINDA REGONHA MARTINS E OUTROS
8- OLINDA REGONHA MARTINS E OUTROS
9- PREFEITURA MUNICIPAL OURINHOS
10- PREFEITURA MUNICIPAL OURINHOS
11- NABUCODONOZOR ARTUR FENLEY
12- PREFEITURA MUNICIPAL OURINHOS
13- ANTONIO ROCHA
14- PREFEITURA MUNICIPAL OURINHOS
15- JOÃO VIEIRA DE ANDRADE
16- PREFEITURA MUNICIPAL OURINHOS
17- PREFEITURA MUNICIPAL OURINHOS
18- LUIZ CIRIACO DE CARVALHO
19- CARLOS MASSONI
20- THEODORO STEN
21- THEODORO STEN
22- THEODORO STEN
23- THEODORO STEN
24- IGNES FIGUEIRA CATROCHIO
25- AMADOR PALMA
26- JOSÉ NUNES FARIA
27- JOSÉ NUNES FARIA
28- JOSÉ NUNES FARIA
29- SIRSO LAU SAMPAIO
30- ANTONIO ANDRINO
31- MANOEL AFONSO MELEIRO
32- JOÃO FRANCISCO HOLMO
33- MANOEL AFONSO MELEIRO
34- SHIRO WATANABE
35- ROBERTO RIYROKURO MIWA
36- ROBERTO RIYROKURO MIWA
37- MARIA CONCEIÇÃO VOLPE
38- MARIA CONCEIÇÃO VOLPE
39- JOSÉ NUNES FARIA
40- SHIRO WATANABE
41- SHIRO WATANABE
42- SHIRO WATANABE

58- JOSÉ NUNES FARIA
59- JOÃO VIEIRA DE ANDRADE
60- AGOSTINHO N. DE ABREU
61- MANUEL AFONSO MALEIRO
62- MANUEL AFONSO MALEIRO
63- MANUEL AFONSO MALEIRO
64- MANUEL AFONSO MALEIRO
65- ANICE ZAKI E SEU MARIDO
66- ANICE ZAKI E SEU MARIDO
67- MARCOS G. PASQUALINO
68- MARCOS G. PASQUALINO
69- MARCOS G. PASQUALINO
70- MARCOS G. PASQUALINO
71- MARCOS G. PASQUALINO
72- MARCOS G. PASQUALINO
73- MARIA CONCEIÇÃO VOLPE
74- MARIA CONCEIÇÃO VOLPE
75- MARIA CONCEIÇÃO VOLPE
76- MARIA C. MARINHO NUNES
77- LUIZ PAIXÃO E SUA MULHER
78- LUIZ PAIXÃO E SUA MULHER
79- FABIO MARTINS E MULHER
80- FABIO MARTINS E MULHER
81- MARISA LEAL GONÇALVES
82- NABUCODONOZOR FENLEY
83- NABUCODONOZOR FENLEY
84- NABUCODONOZOR FENLEY

Reconhecimento às instituições filantrópicas de Ourinhos

Quero registrar a minha homenagem e o reconhecimento a todas essas instituições de minha cidade, às quais rendo a minha admiração e respeito, bem como aos seus integrantes, pelo exemplo e dedicação.
  Admiram-me a coragem e a disposição dos integrantes dessas organizações de caráter benemérito em realizar o bem geral, mostrando que é importante ser útil e prestativo pela grandeza de servir, visando ao bem estar do próximo. Os integrantes dessas instituições não medem esforços para resolver as situações que lhes surgem e encontrarem as condições para a solução de seus problemas. Vejo com bons olhos e alegria o trabalho que prestam aos menos favorecidos e necessitados e sei que o seu sacrifício é observado por toda a sociedade ourinhense. É indiscutível o que representam para a comunidade o caráter benemérito e o espírito de solidariedade desses abnegados. Assim, rendo minha homenagem às seguintes organizações filantrópicas:

A Santa Casa de Ourinhos

A construção da Santa Casa de Ourinhos deve-se principalmente ao empenho do Dr. Hermelino Agnes de Leão. Entre fins da década de 1930 e início da década de 1940, a cidade de Ourinhos já contava com aproximadamente 10 mil habitantes. Dada a distância para centro maiores e a precariedade de estradas e meios de transporte, Dr. Hemerlino iniciou uma ampla campanha para a construção de um hospital. Assim, depois de muito lutar, ele conseguiu lançar a pedra fundamental e erguer a Santa Casa de Ourinhos, no início dos anos 40, num terreno que pertencera à família de Álvaro Ferreira de Moraes, ao lado do Ginásio Estadual, onde permanece até hoje. A praça situada em frente à Santa Casa leva atualmente o seu nome.
  Eis a relação das pessoas que constituíram a comissão organizadora da Santa Casa de Ourinhos:
Presentes: Coronel Antônio Leite, Sylvio Cardoso Rollim, Wallace Morton, Hermelino de Leão.
Membros religiosos: Revmo. cônego Miguel dos Reis, revmo. Francisco Gonçalves Nocelli.
Médicos: Octacílio de Camargo Penteado, Franklin Correa, Alfredo de Almeida Bessa, Ovídio Portugal de Souza, Diógenes Ribeiro, Mário Silva, Francisco Tavares, Ernani Fonseca.
Farmacêuticos: Álvaro de Queiroz Marques, Alberto Braz, Cícero Marques, José Arruda Silveira.
Lavoura: Álvaro Ferreira de Moraes, Olavo Ferreira e Sá, Horácio Soares, Joaquim Cintra Sobrinho, João Bolsonaro, Benício do Espírito Santo, Silas Sá, Adriano José Braz, Manoel Rodrigues Martins, Angelo Christoni, José P. Fenley, Manuel Vieira, José Agostinho, Augusto Teshima, Antônio Correa de Souza, Jeanduy Perino, Rubens de Moraes, Marcelino P. Leite, Eurico Amaral Santos, Cooperativa Agrícola Sobra, Manoel de Souza Soutello.
Comércio: Pedro Médici, Otávio Rollim, Narciso Nicolosi, Miguel Cury, Archipo Matachana, Salem Abujamra, Torotaro Tone, Abuassali (Pascoal) Abujamra, Alberto Grillo, Vasco Fernandes Grillo, Antônio Fernandes Grillo, Edison Leonis, Antônio Joaquim Ferreira, Joaquim Luiz da Costa, Carlos Amaral, Rinkuro Suzuki, Alcides Salgueiro, Francisco Vara, Farid Nicolau, Tertuliano Vieira da Silva, Abílio Salomão, Telésforo Tupiná, José de Freitas, José Beltrami, Antônio Ferreira Dias, Antônio Zaki, José da Cruz Thomé, Graciano Racanello, Pedro Mattar, Raul Silva, Euc1ides Ramalho, João Batista Fiorillo, João de La Torre, Domingos Garcia, Carlos Rodrigues, Ched Jorge, Oswaldo Bonomo, Arcesp (Associação dos Representantes Comerciais do Estado de São Paulo).
Indústria: Rodopiano Leonis Pereira, Francisco Pinheiro da Silva, Aguinaldo Silva, Luiz Conceição, Júlio Mori, Narciso Migliari, Augusto Alonso, José Maria Teixeira Ramos, Mansur Abunasser, José Duarte de Medeiros, Nicolino Isso, Manuel Teixeira, Adolpho Alonso.
Bancos: Silvano Chiaradia, Emilio Exel, Oswaldo Marques, Fugio Tachibana, Carlos Mazza, Altamiro Pinheiro, Felipe Colono, Bráulio Tocalino.
Engenheiros e construtores: Dr. James Lister Adamson, Dr. Ezelino Zório, Dr. Alastair T. Munro, Dr. Christiano Machado, Ernesto Pedroso, Arthur Reis, Henrique Tocalino e Tito Prado.
Advogados: Doutores - Luiz Sylos de Noronha, Nicolau Mário Cenrola, Julio dos Santos, João Batista de Medeiros, Mário Pacheco e Chaves, João Bento da Silva Neto, Lucas Serra Filho, Arlindo Viveiros Figueiredo, Oswaldo Raposo de Almeida.
Professores: José Augusto de Oliveira, Lamartine Moraes Rosa, José Maria Paschoalick, Constantino Molina e José G. Gomes de Matos.
Funcionários públicos: Joaquim Pedroso, Marcos Trench, Cândido Barbosa Filho, Abraão Abujamra, Dorival Gama, João Fonseca Negrão, João Gonçalves.
Dentistas: José Felipe do Amaral, José Garcia de Oliveira, José Arruda Meyer e Antônio Luiz da Costa.
Ferroviários: Hermínio Socci, Manoel Sanches, Benedicto Monteiro, Ormuz Pereira Cordeiro, Carlos Deviene, Orivaldo dos Santos, Theobaldo Costa, Antônio de Almeida Lopes.
Imprensa: Joaquim de Azevedo.

Comissão Diretora:
Para gerir os destinos da Santa Casa, é a seguinte:
Presidente: Hermelino de Leão
Vice-presidente: Hernani Fonseca
1°. Secretário: Francisco Pinheiro da Silva
2°. Secretário: Álvaro de Queiroz Marques
1°. Tesoureiro: Rodopiano Leonis Pereira
2°. Tesoureiro: Hermínio Socci.

Conselho consultivo:
Dr. Sylvio Cardoso Rollim, Dr. Wallace Morton, Horácio Soares, Olavo Ferreira e Sá, Pedro Médici, Henrique Tocalino.

Comissão técnica:
Dr. Hermelino de Leão, Dr. Octacílio de Camargo Penteado, Dr. Franklin Correa, Dr. Alfredo de Almeida Bessa, Dr. Ovídio Portugal de Souza, Dr. Diógenes Ribeiro, Dr. Mário Silva, Dr. Francisco Tavares, Dr. Ernani Fonseca. (Publicado no jornal A Voz do Povo, 11.01.1941).

Núcleo "Gema Zanini"
de Ostomizados de Ourinhos e Região

  É uma Organização Não Governamental (ONG), que oferece apoio e assistência aos ostomizados de Ourinhos e região. Fundada em abril de 1988 por José Benedito Dias Martins, o Troy, com a colaboração de Dr. Hugo Bonfim Pinheiro, sua esposa Maria Inêz Sanches Pinheiro, as enfermeiras Maxilene Augusta Gomes Reginato, Maria Alice Mei, Dr. Hélio Migliari, Dr. José Migliácio e outros.
  O presidente da entidade, José Benedito Dias Martins, está se preparando para prestar orientações também aos pacientes traqueostomizados, contando para isso com o apoio da enfermeira Sonia Maria dos Santos Faria e da assistente social Marina Sonia Gonçalves Stroppa, especializada em ostomizados, cuja atuação é de funda-mental importância para que o Núcleo possa realizar o seu trabalho. O Núcleo funciona numa sala cedida pela Prefeitura, no prédio do Ambulatório de Saúde Mental, e presta assistência atualmente a mais de 100 ostomizados. "A entidade presta assistência aos colostomizados, iliostomizados (intestino), urostomizados (bexiga, rins) e traqueostomizados. Para isso, estão estudando e buscando informações para orientar e apoiar essas pessoas", inclusive conseguindo recursos tecnológicos para melhorar sua qualidade de vida. Troy explica que nessa fase de estudos está contando com o apoio da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas e do dentista Sidney Roque, que disponibilizou um manual de orientações. Desde que a entidade foi fundada, sua diretoria tem lutado com muito sacrifício para mantê-la. Com um espaço próprio e mais apoio do poder público e da comunidade está conseguindo cumprir sua missão. É com a ajuda de pessoas de bom coração como José Cantarello e sua esposa Suely, que sempre contribuiu financeiramente, ajudando na manutenção do veículo, doando combustíveis e peças. Troy é casado com Dulcinéia Aparecida Silvestrini Martins. Tem dois filhos: Leandra e Fernando José.

Diretoria do Núcleo "Gema Zanini", para 2006-2011
Presidente - José Benedito Dias Martins (Troy)
Vice-presidente - Sirley Aparecida Alvim
1° Diretora secretária - Arlete Dias Cardoso Fernandes
2° Diretor secretário - Geraldo Lazanha
1° Diretora tesoureira - Márcia Maria Luiggi Teixeira
2° Diretor tesoureiro - Salomão Pereira

Conselho Deliberativo
Presidente - Sonia Maria dos Santos Faria
Vice-Presidente - Creusa Maria Becher Leite
1ª secretária - Maria de Lurdes Santander Dézio
Suplentes - Ataídes José dos Santos
Caroline Verri do Carmo
Leonice Gomes Alves.

Membros efetivos do Conselho Fiscal, para 2006 - 2011
1. Braulina dos Santos Camilo
2. Maria Anésia Messias da Silva
3. Eichi Sato
Suplentes: João Domingos Santana, Dirce Conceição Padilha, Genésio de Souza.

Associação de Assistência ao Deficiente Físico (AADF)

  Fundada em 1978 pelo médico Robinson José de Carvalho, a AADF desenvolve na cidade de Ourinhos, projetos de reabilitação e inclusão social de deficientes. No ano de 2007, ela atendeu a uma média de 163 usuários entre deficientes físicos, auditivos e visuais, que receberam atendimento com assistência social, fisioterapias e trata-mentos psicológicos.
  Com o projeto, notou-se motivação para o retorno aos estudos, melhora na desenvoltura ao falar em público, ações criativas e maior autoconfiança para a busca de oportunidades. Neste ano, os alunos que tiveram um bom desenvolvimento, mas que ainda não foram empregados, passaram por uma nova fase, que será o acompanhamento individual no modelo Coaching (Desenvolvimento pessoal/profissional personalizado) e também receberão treinamentos em cursos profissionalizantes.
  Segundo a assistente social Maria Inês Francisco, a entidade vem encontrando dificuldades para se manter, já que o valor pago pelo SUS para cada procedimento realizado é muito baixo e os convênios mantidos com o Ministério da Assistência Social e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social não cobrem sequer o valor gasto com a folha de pagamento, restando ainda despesas com a manutenção de telefone, internet e outras.
  A saída encontrada pela associação para manter os atendimentos é a realização de eventos, como a participação na Festa das Nações e o tradicional Jantar Dançante. A AADF também conta com serviço de telemarketing, mas orienta aos seus contribuintes para que tomem cuidado com pessoas mal intencionadas que, às vezes, fazem-se passar por representantes da Associação, a fim de enganarem os colaboradores.
  Quanto a projetos, vem sendo desenvolvido na AADF o Projeto Empregabilidade, onde são realizados encontros, uma vez por semana com duração de duas horas cada. "Nessas reuniões, o conteúdo desenvolvido é a qualificação profissional, incluindo temas como, dança adaptada, aula de natação, em parceria com o Ginásio de Municipal Esportes, Monstrinho, e as escolas particulares Moby Dick e Companhia do Batata, grupos de estudos, reflexões e discussões sobre os direito da pessoa com deficiência e manter o curso de artesanato para mães e filhos".
  Mesmo com o preconceito de muitas pessoas e também de dirigentes de empresas em relação às potencialidades, principalmente das pessoas com deficiência, que utilizam cadeira de rodas e também com a falta de acessibilidade arquitetônica e nos meios de transportes, o Projeto Empregabilidade continuará. Os educandos passarão para uma próxima fase e serão abertas novas inscrições. Com a reforma do prédio, a AADF ganhou uma cozinha equipada, onde estão sendo preparados tomates secos e berinjelas em conserva para serem vendidos a dez reais o meio quilo, e guloseimas que podem ser encomendadas pelo telefone 3324-5416. A venda desses produtos colabora em muito com a receita da Associação.

Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE)

  Empossou, no dia 2 de janeiro 2008, a sua nova diretoria para o triênio 2008-2010, que tem como presidente o bancário aposentado Carlos Costa Machado. Carlos já está traçando suas metas de sua gestão. Segundo ele, o principal objetivo de sua diretoria, é dar continuidade aos projetos desenvolvidos pelo seu antecessor, Valter de Souza Silva. Pretende ainda implementar novas ações para a qualidade do atendimento oferecido aos usuários.
  Em sua gestão, Carlos Machado, Carlinhos, como gosta de ser chamado, vai contar com a atuação dos seguintes colaboradores: vice-presidente Pedro Ferreira, 1ª diretora secretária, Maria Lúcia Maretti Nunes, 2º diretor secretário, José Carlos Barbieri, 1º diretor financeiro, Sérgio da Silva, 20 diretor financeiro, José Luis Lazanha; diretor de patrimônio: Miguel Eugênio Grandini, diretor social Valter de Souza Silva.
  Outros membros: Antônio Nunes, Carlos Varalta, Cláudio Oner Althero, Lourenço Coiradas, Max Jardim Arce, Wilson José Damasceno.
Conselho Fiscal Efetivo: Antônio Gonçalves, José Maria Pianca, Wilson Salmazo.
Suplentes: Nancy Faria, Nelson Ronchi Jr, Waldizia Marque Osti Sakaguchi.
Conselho Consultivo: Dalva Borges Ramos, Eduardo Fábio L. R.Alves.
Procurador jurídico: Raul Gaiotto.
Procurador jurídico (adjunto): Valdecyr José Montanari.
  Segundo Carlinhos, no rol de metas para 2008 destacam-se: Conclusão dos vestiários e salas de atendimento de fisioterapia na piscina da hidro; adaptação e construção de salas para atendimento técnico de equoterapia; construção da quadra poliesportiva; construção de quatro salas de aula; reforma da cozinha e refeitório, adaptação de uma área para o auditório; ampliação do setor de avaliação e diagnóstico.
  A APAE atende, atualmente, 230 pessoas, crianças a partir de zero ano até adultos, com diversos programas. Na área da educação, a entidade oferece educação precoce, Educação Infantil, Ensino Funda-mental, Educação de Jovens e Adultos - EJA e Educação Profissional. As aulas são ministradas por pedagogos com habilitação em deficiência mental.
  Entre os projetos específicos destacam-se o Centro de Atendimento aos Autistas e Patologias Associadas (CAAPA), Projeto de Atendimento Específico ao Multideficiente, Projeto Conviver, Projeto de Apoio à Inclusão, Programa de Atendimento em Equoterapia, Projeto de Atendimento em Hidroterapia. As atividades da Educação Profissional e da Equoterapia são realizadas na unidade da APAE Rural.
  A entidade disponibiliza aos usuários o setor médico e de re-abilitação, que conta com a atuação de profissionais das mais diversas áreas da saúde, como médicos, neuropsiquiatras, pediatras, ortope-distas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas, ocupacionais, psicólogos, nutricionistas e assistentes sociais.
  A APAE fornece, além das consultas e atendimento de reabilitação, atendimento de pequenas cirurgias em parceria com a Santa Casa e Centro de Anestesistas. Em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, são realizados todos os exames laboratoriais e também são fornecidos medicamentos.
  Para o desenvolvimento de todo trabalho, a APAE conta com uma equipe de 81 funcionários, entre técnicos e profissionais, e um grupo de 26 senhoras voluntárias. Este ano, segundo a diretora técnica, Vera Lúcia Ferreira de Lima, a Secretaria Municipal de Educação vai ceder 13 professoras e dois monitores para a entidade, o que representará um reforço importante para melhorar e ampliar o atendi-mento aos seus alunos.
  Os recursos para a manutenção da entidade são provenientes de subvenções dos governos Federal, Estadual e Municipal, que cobrem a folha de pagamento e demais despesas, explica Vera Lúcia. As obras de reformas e ampliações são custeadas pelos recursos obtidos através dos eventos organizados pelo grupo de voluntárias e pelo serviço de telemarketing. "Reconhecendo o valor deste trabalho para a comu-nidade, a APAE sempre conta com o apoio das empresas e dos colaboradores", afirma o presidente Carlos Machado.

Lar Santo Antônio

  O abrigo localiza-se à Rua Celestino Lopes Bahia nº. 2.041, na Vila São Luiz. Fundado em 05.12.1950, seu primeiro presidente e fundador foi Gervásio Custódio. Iniciou suas atividades, primeiro como orfanato, abrigando crianças, adolescentes e órfãos, sobrevivendo com recursos próprios. Atualmente a entidade abriga também crianças e jovens carentes e os recursos de que dispõe vêm principalmente, da Prefeitura Municipal e de colaboradores. O Lar Santo Antônio recebeu, no ano de 2006, um acervo de quase 1000 livros, fruto de uma campanha encabeçada pela Sra. Karina Baisch Severino, com participação direta do Rotary Club de Ourinhos. Com esse acervo foi possível a organização de uma variada biblioteca para os jovens ali abrigados.

Rede de Combate ao Câncer de Ourinhos

  Também designada pela expressão RECCO, trata-se de uma associação civil de direito privado, constituída para fins: beneficente, de assistência social e outros inerentes às suas atividades, com CNPJ/MF sob o nº. 04.078.624/0001-82, reconhecida de Utilidade Pública Municipal pela Lei Municipal nº. 4.578 de 29.10.2001, constituída em 24 de agosto de 2000, com sede e foro na cidade e comarca de Ourinhos do Estado de São Paulo, com personalidade jurídica distinta da de seus associados e prazo indeterminado de duração.
  A sociedade é exemplo da dedicação e amor ao próximo. Louváveis são os integrantes dessas organizações de caráter benemérito que visam, nesse espírito de solidariedade, ao bem estar ao próximo. A alegria deste ao verificar que o amparo leal e destituído de qualquer imposição chegou até ele, com amizade e respeito.
  É uma das mais atuantes entidades assistenciais locais, que presta assistência a 400 pacientes com CA e auxilia suas famílias a enfrentar a doença com dignidade. A RECCO conta com o dedicado trabalho de 120 voluntários, homens e mulheres, da comunidade ourinhense, e de duas psicólogas que se revezam na sede da entidade, na Rua Euclides da Cunha nº. 63, no atendimento e encaminhamento dos pacientes.
  A ação voluntária da RECCO compreende a assistência integral aos pacientes, que são encaminhados ao Hospital Amaral Carvalho de Jaú, agendamento de consultas, acompanhamento, auxílio na aquisição de medicamentos e na realização de exames, na complementação alimentar com sustagen, soya diet e leite longa vida. Também realiza visitas domiciliares durante as quais os voluntários verificam as necessidades e buscam recursos para auxiliar as famílias dos pacientes com a doação de cestas básicas, dando suporte social e psicológico.
  Para a manutenção da entidade e da assistência que oferece aos pacientes, a RECCO mantém uma programação de eventos, entre os quais, chás beneficentes, participação na Festa das Nações, e desenvolve uma série de·outras ações e atividades, campanhas e o Bazar Beneficente, que funciona no Terminal Rodoviário, para garantir os recursos necessários ao trabalho que realiza.
Diretoria da RECCO para o biênio 2008 - 2009
Presidente - Sonia Marisa Prado Martins;
Vice-presidente - Ana Moya Fragão Silva;
1° Diretor financeiro - José da Silva Moreira;
2° Diretor financeiro - Licínio Antonio Fantinatti Filho;
1° Diretora secretária - Nilce De La Costa Paixão;
2° Diretora secretária - Denise Georg;
1° Diretora social - Neyde Lopes Campion;
2° Diretora social - Maria do Rosário Agante Fernandes.
Conselho Fiscal 2008 - 2009
José Carlos Franco Lima - Presidente do Conselho;
Dolores Penezzi Povoa;
Neiva Garcia Munhoz;
Suplentes: Luzia Aparecida Fantinatti (1), Akiko Hisamura Labs (2) e Takako Kichise Agarie (3).

RELAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS

Sociedade de São Vicente de Paulo de Ourinhos

  A Sociedade de São Vicente de Paulo é uma organização internacional católica de leigos que estabelece livremente suas regras, elege seus responsáveis com toda independência, administra o seu patrimônio de maneira autônoma, e suas atividades se destinam à prática da caridade cristã, buscando, através da oração e ação, diminuir o sofrimento, restituir a dignidade humana e promover o resgate da cidadania, independentemente de cor, raça, sexo, nacionalidade, credo religioso ou convicção política.
  Estruturada hierarquicamente, os Conselhos unem entre si as várias Unidades Vicentinas e estão a serviço delas, no sentido de estimulá-las no exercício da caridade, de auxiliá-las no desenvolvimento da vida espiritual e de favorecer-lhes a diversificação das atividades assistenciais, para que atendam, com presteza, às necessidades dos que sofrem.
  Os vicentinos ('confrades', para os homens e 'consócias', para as mulheres) são voluntários que se empenham no apoio a indivíduos, famílias e grupos sociais marginalizados, através de ações variadas pelas quais se privilegia o contato pessoal e direto e a visita domiciliar, não só com intuito de aliviar a miséria material e moral, mas também de descobrir e solucionar as suas causas.
A Sociedade de São Vicente de Paulo surgiu em Ourinhos por iniciativa e orientação do Monsenhor Córdova no dia 29 de janeiro de 1936, no salão Paroquial da Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus, com a fundação da Conferência do Senhor Bom Jesus, com a participação de 12 membros e a adoção da primeira família a ser assistida pelos "Vicentinos".
  Pelo incansável trabalho dos vicentinos às famílias carentes, a SSVP inaugurou, em 22 de julho de 1956, o Asilo de São Vicente de Paulo para abrigar os idosos desamparados da época. Após quatro anos na direção do Asilo, a SSVP de Ourinhos convidou a Ordem da Congregação das Irmãzinhas dos Anciãos Desamparados a assumirem os trabalhos. Mesmo sem vínculos, os vicentinos realizam, anualmente, a Coleta nos portões do cemitério municipal no Dia de Finados e destinam a coleta aos trabalhos do Lar Santa Tereza Jornet, nova denominação do Asilo.
  São as Conferências que atendem diretamente as famílias em suas necessidades, trabalhando nas campanhas do quilo, realizadas em regiões pré-determinadas na coleta de alimento; nas campanhas de passagens, coleta em espécie realizada em pontos da cidade e determinado por escala; sindicâncias, visitas para avaliar a situação e possibilidade de adoção de famílias; visitas semanais às famílias já assistidas; e outros atendimentos de acordo com a necessidade da família e possibilidade da conferência: auxílios para contas de luz, água, aluguel, gás, medicamentos, material escolar, construção, reforma e manutenção da residência, doações de móveis, utensílios, roupas e calçados. São realizadas, também, reunião bimestral de evangelização e sócio-educativa para as famílias assistidas.
  Complementando os trabalhos, 10 casas são destinadas às famílias em situação de vulnerabilidade ou risco social e cursos variados de geração de renda e capacitação profissional são ministrados pelos vicentinos. As gestantes carentes são atendidas pelo Grupo Colméia que, através dos diversos cursos de trabalhos artesanais e dos voluntários da sociedade civil, confeccionam lindos trabalhos que são direcionados para arrecadação de recursos para a confecção e compra de enxovais de recém-nascidos. Os trabalhos de cadastramento, atendimento com assistente social e cursos, são realizados na sede João Paulo II.
  O amplo atendimento dispensado às famílias toma uma dimensão maior e mais profunda, quando os trabalhos são realizados em parceria com a rede sócio-assistencial municipal, envolvendo os órgãos públicos (Secretarias Municipal de Assistência Social, de Saúde, de Educação, Santa Casa Municipal, Conselho Tutelar, etc) e privados (AADF, APAE, AMO-SIM, Lar Santo Antônio, etc) Todos os recursos necessários são arrecadados através de promoções, alguns já tradicionais no município, como Pamonha, pastel, pizza, feijoada, almoço italiano; atividades promovidas pelo município, como a FAPI e a Festa das Nações; pela Diocese de Ourinhos, a Unifest; e doações em geral. Desta forma, a SSVP de Ourinhos agradece à sociedade ourinhense, seus benfeitores e parceiros em geram.
  Com duas sedes sociais próprias: sede Marcos Reginato - Rua Amazonas, 1140 - Vila Perino, e sede João Paulo II - Rua Antônio Carlos Mori, 50 - Centro, o Conselho Central de Ourinhos da SSVP trabalha com dois Conselhos Particulares e 19 Conferências Vinculadas, onde 147 vicentinos e 86 aspirantes atendem a uma média mensal de 75 famílias assistidas e mais de 60 famílias atendidas em caráter emergencial.
Diretoria do Conselho Central - 2005-2009

PRESIDENTE: FERNANDO PRADO FRANCISCO
1º VICE-PRESIDENTE: OSMAR DESIDÉRIO
1º SECRETÁRIO: ORLANDO BARLETTO
2º SECRETÁRIO: JOSÉ ROBERTO LAZANHA
1º TESOUREIRO: HIROTOSHI TANAKA
2º TESOUREIRO: MOACIR SANCHES LOPES

COORD. DE COMISSÃO DE JOVENS:
EVA MARIA MARTINS DE LIMA
COORDENADOR DE ECAFO:

JEOVÁ AMAURI DE MELO
COORD. DE CONF. DE CRIANÇA E ADOLESCENTE:

LILIANE CRISTINE LAZANHA CONSELHO FISCAL:
ORLANDO ALBANO
RAIMUNDO BARRUECO JÚNIOR
JOSÉ CLARÍCIO FLORIANO

Clube da Gestante Maria Dolores

  A Associação Cultural Espírita Cultural, antiga Sociedade Espírita Fraternidade foi fundada em 26 de fevereiro de 1947, na residência do Sr. José de Oliveira. Nesta mesma data foi realizada a assembléia para eleição da diretoria É uma entidade da sociedade civil, sem fins lucrativos, de duração indeterminada, com sede e foro na cidade de Ourinhos.
Durante 39 anos (1953 a 1992) a Sociedade Espírita Fraternidade atuou no atendimento a migrantes em regime de albergue. A partir de 1992 o trabalho de atenção ao migrante passou a ser realizado pelo Poder Publico Municipal com a criação do S.O.S. (Serviço de Obras Sociais).
  Em função dessa mudança a Sociedade Espírita Fraternidade, em outubro de 1992, criou o Projeto Clube da Gestante Maria Dolores voltado para o atendimento a gestantes de todas as idades, de baixa renda familiar, ou seja, em situação de vulnerabilidade social.
  Com o objetivo de possibilitar o acesso das gestantes e sua família à rede de atendimento; desenvolver ações de caráter informativo, preventivo e curativo, garantindo as famílias o fortalecimento dos laços afetivos, intervir junto as famílias para que elas possam assumir suas funções de autonomia e responsabilidade social, exercendo sua cidadania. O projeto de 1992 a 2007 atendeu 979 gestantes.

Roupeiro Laura Vicuña

  Quanto representa para a comunidade a dedicação e o grande esforço para auferir resultados financeiros positivos, fazendo distribuição de valores ou mercadorias para socorrer e atender a uma meta delineada, visando em sua totalidade, à prática da solidariedade como solução dos problemas que afligem o ser humano. É comum observar a organização de uma instituição que não tenha fins comerciais ou lucrativos. Mas também existem aquelas, cujo objetivo é amparar alguém ou famílias e ainda beneficiar aos responsáveis pela administração pública, cujos resultados serão salutares à população.

Lions Club Cidade de Ourinhos

  É enorme o trabalho realizado com muito carinho pelos integrantes do Lions, e a eles eu rendo minha homenagem na pessoa de sua presidenta Dulce Helena de Silvestre e Silva, pela demonstração do elevado princípio de dedicação, como integrantes dos ilustres personagens da sociedade, por fazer que todas as profissões desenvolvam um trabalho admirável, na valorização das atividades ocupacionais.

Rotary Club de Ourinhos

  A sociedade em seus diversos segmentos, está exigindo que os homens assumam posições de relevo em seu meio. Distribuindo assim os reflexos de seu conhecimento, em benefícios de todos e para todas as áreas, da sua comunidade. Seu Presidente é Pedro Euclides Romani.

Rotary Club de Ourinhos Integração

  Parabenizo os integrantes desse clube de serviço e reafirmo o quanto ele representa para a nossa querida Ourinhos. A dedicação e a solidariedade de seus companheiros no fortalecimento da sua organização. Admirável é o esforço empreendido por todos, no desenvolvimento das atividades, para satisfazer as necessidades culturais, profissionais e comerciais do povo de nossa terra. Sua Presidenta é Eleida Maisa Zanuto.

Rotary Club Oeste

  Quanto entusiasmo se observa nos semblantes daqueles que abraçaram uma causa. A convicção e a coragem com a esplêndida vontade de vencer dos seus integrantes, na busca de resultados satisfatórios. Que a fé inquebrantável de seus ideais jamais os façam desanimar de seus objetivos. A convicção e a coragem com a esplêndida vontade de vencer dos seus integrantes. Seu Presidente é Vladimir José Mori.

Equipamentos Culturais de Ourinhos
Centro de Convivência

  O Centro denominado Jornalista Benedito da Silva Eloy é um espaço de preservação da memória, cultura e arte. O Centro possui imóveis construídos em 1925, para moradia dos funcionários da Estrada de Ferro Sorocabana que, mantidos pela Prefeitura Municipal de Ourinhos, abriga departamentos ligados à Secretaria Municipal de Cultura, tais como:

Casa do Artesão

  Na Casa do Artesão, os produtos artesanais feitos pelos integrantes da Associação de Artesãos de Ourinhos são expostos e disponibilizados para venda.

Museu Municipal Histórico e Pedagógico de Ourinhos

  O museu funciona no antigo prédio da FEPASA, conhecido pelo nome de Barracão da Ferrovia, com acervo formado por objetos que se constituem em temas da história de Ourinhos. Um país muda mais pela sua cultura do que pela economia e política. Preservar a história é resgatar nossa identidade. Esse é o papel do Museu Municipal Histórico e Pedagógico, onde se podem agendar visitas para escolas e entidades interessadas, bem como tratar de assuntos relativos a doações de objetos, documentos, fotos, etc.

Acessa São Paulo

  Trata-se de um projeto gerado a partir de um convênio entre a Prefeitura Municipal de Ourinhos e o Governo do Estado de São Paulo. No Acessa São Paulo, o usuário tem acesso fácil à Internet, gratuitamente.

Centro de Apoio à Pesquisa - CAP

  No CAP, qualquer cidadão poderá fazer suas consultas a jornais antigos, fotos e demais documentos da cidade de Ourinhos e relativos à sua história e seu desenvolvimento.
  Ainda no Centro de Convivência Jornalista Benedicto da Silva Eloy funcionou, até meados de 2007, a Secretaria Municipal de Cultura que, atualmente, se encontra na Rua Expedicionários, esquina com Rua Monsenhor Córdova.

Um sonho de criança

  Desde criança, eu freqüentei o Aeroclube de Ourinhos. Tinha amizade com: Antônio Pimentel, José Gomes e Jácomo Chiarato, que trabalhavam na Vasp. No aeroporto, funcionava a escola de aviação e era meu sonho também, "ser piloto de avião". Tinha vários amigos que faziam o curso: Reynaldo Damiati, que trabalhava comigo no Banco Brasul, Mavilo Perino, Ítalo Ferrari, Gilson Ribeiro Homem, Mário Silva, irmão do Romeu Silva, do cinema, Paulo Pinha Pinheiro, Airton Dicini, José Roberto Tojeiro e muitos outros.
  Na época, eu trabalhava no Banco e ganhava pouco, portanto não tinha condições de financiar por conta própria o curso. Um dia, propus para papai, pagar a metade do curso de piloto. Sem delongas, ele negou de pronto qualquer ajuda, por ser muito caro e ainda mais caras as horas de vôo. Desse modo, não tive oportunidade de realizar esse sonho. Mas quis o destino que meu sonho se realizasse através do meu filho Eitor Junior, que hoje é piloto de aeronaves e voa diariamente.

Aeroclube de Ourinhos

  O Aeroclube foi fundado em 13 de maio de 1942, sendo declarado pelo município de Ourinhos, em 18 de março de 1969, pela Lei nº. 1.020, como de utilidade pública. É uma sociedade civil sem fins lucrativos. Ainda conta com o Aeroporto Estadual de Ourinhos, que dispõe de 1800x30 metros de pista asfaltada, operando com baliza-mento noturno, homologado VFR noturno e homologando IFR noturno aguardando liberação. Estação de passageiros confortável e fácil acesso à cidade.
  Meu filho, Eitor Martins Junior, foi diretor e presidente do Aeroclube durante muitos anos. Segundo dados colhidos na imprensa local, dizia-se o seguinte: "Seu comandante é um piloto competente e apaixonado pela aviação e está no comando do Aeroclube há mais de oito anos. É um presidente que vem tentando torná-lo cada dia mais forte, moderno e bem preparado, a fim de que possa cumprir sua missão, sempre fazendo mais e com bons profissionais do ar. Os cursos mantidos, atualmente, são os de Piloto Privado, Piloto Comercial, Vôo por Instrumento, Pára-quedismo e Vôo a Vela (planador). Muitos pilotos foram formados pelo Aeroclube de Ourinhos. Alguns foram comandantes de aeronaves das maiores companhias de aviação do país e que estão nas mais diferentes rotas do Brasil e do mundo.
A diretoria do Aeroclube:
Presidente - Eitor Martins Junior,
Vice Presidente - Airton Tadeu de Souza,
Tesoureiro - Celso Luiz Pedrotti,
2º Tesoureiro - Eitor Martins,
Secretário - Valdirlei Vicente Massola,
Diretor Depto. de Ultraleves - Carlos Augusto Bauer,
Diretor de Material - Luiz Antônio Francisco,
Diretor Social - Reinaldo Galves Leal,
Diretor Depto. de Vôo a Vela - Júlio Mesquita de Camargo,
Diretor Depto. Construção Amadora - Kemal Mustafá,
Diretor Depto. Acrobacia - Ricardo Willian B. Stipp,
Diretor de Instrução - Wander de Oliveira,
Diretor Depto. de Pára-quedismo - Luciano Martins.
Conselho fiscal:
Presidente - Wilton Carlos Pinheiro de Castro,
1º Tesoureiro - Wander de Oliveira,
2º Conselheiro - Fernando Silveris Xavier,
1º Suplente - Kemal Mustafá,
2º Suplente - Luiz Antônio Francis.
Comissão de Justiça:
Presidente - Wilson Ferrazoli;
1º Juiz - Samir Mustafá;
2º Juiz - Reinaldo Galves Leal;
1º Suplente - Miguel Rodrigues Garcia;
2º Suplente - Dalton Costa Pimentel.
Atualmente, Dalton Costa Pimentel é o presidente e Eitor Junior seu vice.

Aviação agrícola e comercial

  Nossa cidade, hoje, tem aviões que fazem vôos comerciais para qualquer lugar do país. Tem também pára-quedismo, vôo a vela (planador) e na área agrícola conta com a empresa Pardal Aviação Agrícola Ltda., que atende em todo Brasil. Ourinhos é um celeiro de pilotos do Brasil, sendo uma das escolas que mais pilotos formou no país, entre eles, pilotos que trabalham até no exterior. No Aeroclube de Ourinhos, hoje consta, em termos de Brasil em torno de 1000 pilotos agrícolas, comerciais e instrutores formados desde a sua fundação.

Os comandantes ourinhenses

  Os comandantes que consagraram a escola do Aeroclube entre outros são: Benedito Pimentel, Reynaldo Brandimarte, Reynaldo Brandimarte Filho, Demerval Ferreira da Silva, Raul Silva, Pedro Lourenço, proprietário de um velho avião, Mário Silva, Anselmo Vicentine Soares, Elizabeth Vicentine Soares, Marco Margutti e outros.
  Na Aviação agrícola: Adelqui Andolpho, Eitor Martins Junior, Gian Luca Possamai, Celso Luiz Pedrotti, Leonor Pedrotti, Eliseo de Lima e outros.
Na Aviação esportiva: Comendador Benjamim de Oliveira, Ministro do Supremo Tribunal Militar, Flávio Flores Cunha Bierenbach, Eidi Nakamura, Lalo Egreja.
  Na Aviação Comercial: Luiz Carlos Marques Costa (Tarzan), Augusto Pereira Leite, Luiz Antônio Francisco (Foguinho), Gilson Ribeiro Homem, Gilson Ribeiro Homen Jr., Augusto Pereira Leite, Can Robert Marques Costa, Eraldo Ribeiro Abujamra, Alípio Brás, José Silvestre Ferraz Egreja, Jesus Augusto Lopes, Benedito Lopes, Kemal Mustafá, Julio Mastrodomenico, Luiz Henrique Venâncio Francisco, Ednilson, que é piloto da Tam e faz a rota São Paulo Nova York.
  Gilson Ribeiro Homem, foi aluno formando no ano de 1965; posteriormente seu filho Gilson Ribeiro Homen Jr. formou-se piloto em Ourinhos, trabalhou nas linhas áreas Presidente e hoje é piloto do Arbus 319 e 320, na companhia área Tam em São Paulo.
  No Aeroclube de Ourinhos, há um departamento de Aviação de Vôo a Vela (planadores) e de Ultra-Leve. Este departamento cuida da escolinha e ministra curso para futuros aviadores de planadores e ultraleves. O Aeroclube têm dois planadores: Nhapecan e Ximango, e um ultraleve. O instrutor é Luiz Antonio Francisco (Foguinho).

Capitulo XIV ...

Eitor Martins

 

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