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VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
O início da minha carreira

  Iniciei minha carreira profissional no ano de 1950, trabalhando para meu pai, em sua olaria, com nove anos de idade. Trabalhei para papai mais de cinco anos, no período de 1950/1955.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
O trabalho em São Paulo

  No ano de 1956, fui morar em São Paulo. Naquela cidade trabalhei de Janeiro de 1956 a Junho de 1959, como office-boy para o jornal Giornalli Delli Italiani, localizado na rua 15 de Novembro, no centro financeiro de São Paulo, sem registro em carteira. De 01.07.1959 a 31.01.1960, trabalhei na Tipografia Itaim Ltda., estabelecida na Rua Joaquim Floriano, nº. 523, no Itaim-Bibi, em São Paulo.
  Em fevereiro de 1960, retornei à minha terra natal e, no período de 05.02.1960 a 30.11.1960, trabalhei em duas drogarias, como praticante de farmácia. Primeiro, na Farmácia Santa Rita, de propriedade dos irmãos Ventura, localizada em frente à antiga Rodoviária de Ourinhos, na Rua Dr. Arlindo Luz. Naquela farmácia simples, com José Ventura dei meus primeiros passos como aprendiz; depois, na Farmácia Santa Terezinha, de propriedade de Sebastião Costa Galvão, localizada na Praça Mello Peixoto, completei meu aprendizado, com os professores: Galvão e Téco Camargo. Sem registro em carteira.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
Farmácia Drogasil

  No período de 01.12.1960 a 10.01.1965, trabalhei na Drogasil Ltda., na Rua Antônio Prado, nº. 44, no cargo de prático em farmácia. Na Drogasil, conheci a Nilsa e com ela me casei. A Diretoria da Drogasil não permitia que trabalhassem juntos, marido e mulher. Então decidi arrumar outro emprego, uma vez que ela tinha mais tempo de casa do que eu. Naquela época, fiz um teste no Banco Mercantil de São Paulo, fui aprovado e admitido em 11.01.1965.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
Meus amigos da Drogasil

  Das pessoas que naquela época trabalhavam comigo na Drogasil, destaco: Humberto, Said, Fábio Dias Martins, José Roberto Botelho, Francisco Constante (Chicão), Gerson, Osmar, Ovídio, Luizinho, Antenor, Joaquim Myao, Helio, Antônio Hernandes, Orlando, Celso, Jurandir, Praxedes, Pedro, Osvaldo, Wilson, Paulina, Lucilia, Ondina, Luiza, Eunice, Maria, Santa, Irene Olante, Heitor, Mauro e Neuza.
  O gerente era José Humberto Hage, que nasceu em 1936 e veio transferido em 1962 da Drogasil de São José do Rio Preto para Ourinhos. Casou-se com Claudete, teve três filhas: Elenise, Denise e Thaís. Claudete, filha de Abrahão Abujamra e de Adibe, tinha dois irmãos, Rose Mary e Roberto. Roberto foi meu colega de faculdade, na "ITE" de Bauru. Quis o destino ceifar sua vida, ainda jovem.   Irene Olante se casou com Clorivaldo Previdelle e tiveram dois filhos, Graciele e Franklin. Meus colegas Heitor Gomes Camacho e Mauro Gabriotti, alguns anos depois, foram vendedores da Sanbra.
  Na Drogasil, trabalhava uma colega de serviço de nome Neusa, que se casou com João, conhecido como João Peixeiro. No dia de seu casamento, logo após a cerimônia, ainda no meio da festa, ele largou tudo e foi correndo ao estádio do C. A. Ourinhense. Naquele dia, jogavam Ourinhense x Corinthians. Ele era torcedor fanático do Corinthians e só retornou para casa após jogo, o que aconteceu por volta das 20h. Neusinha ficou louca da vida, queira até anular seu casamento, mas finalmente ela acabou aceitando o fato e, em seguida, o casal viajava em lua de mel.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
Meus colegas do Banco Mercantil

  De 11.01.1965 a 20.03.1972 fui funcionário do Banco Mercantil de São Paulo, localizado na Praça Melo Peixoto, nº. 148, em Ourinhos.
  O gerente regional era Vergílio Ferraz e o gerente da agência, Benedito Pires. Rolando Vendramini era o subgerente, o contador era Roberto Antônio Furlanetto e o sub-contador era Ernesto Agrela. Meus demais colegas eram Celso Dias Hernandes, Jurandir Moura Salles, Joaquim dos Santos, Enio Vedovello, Abílio Olante, Dilermando Alves de Moura Filho, Máximo Lopes Gonzalez, José Carlos Garsoli, Geraldo Lazanha, Izaltino Furlam Menezes, Antônio Faila Filho, Benedito Gimenez, José Ximenez, de Chavantes, Antônio Ferraz de Campos, Adonis de Souza Santos, Rosangela Aparecida Devide, Hélio da Silva, Bráulio Neto, José Berchol, Pedro Bontempo, Hélio Piedade Pucci, Júlio Misato, Nelson Jovanete, Sérgio Roberto Resta, Lourenço Machado, Adail Pontara, Jayme Menezes, que, num futuro próximo, seria um grande administrador e próspero empresário da Relojoaria Tesouro.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
Banco Comercial Brasul e Banco Itaú

  De 22.03.1972 a 21.11.1977, trabalhei no Banco Comercial Brasul. Iniciei como assistente de gerente. Nessa época, havia os seguintes funcionários: o gerente Reginaldo Benedito Bastos Fava, subgerente Renato Piffer, contador José Porcel, sub-contador Antônio Delfino de Oliveira e os funcionários Wilde Rodrigues do Prado, José Francisco Moya, João Paulo Ferreira, Nelson Antônio Siqueira, Milton de Souza Bitencourt, Alexandre Benossi Neto, Arlindo Francisco de Freitas, Célia Vita de Azevedo, Nilton Agostinho de Almeida, Reinaldo Damiati, e outros.
  Na época, Reinaldo Damiati fazia o curso de piloto no Aeroclube. Ele era meu amigo de bailes e festas. No meu tempo de solteiro, namorei sua irmã, Aparecida. Algum tempo depois Damiati foi promovido a gerente do banco, na cidade de Araçatuba. Eu também fui promovido a gerente do mesmo banco, na cidade de Birigui, distante quinze quilômetros de Araçatuba. Atualmente Damiati reside em Bauru. Está casado com Silvia Maria Tojeiro (irmã do Roberto e do meu colega corretor José Carlos Tojeiro). O casal tem dois filhos: Carlos Alberto e Regina Célia.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
Banco União Comercial

  Em 01.09.1973 fui promovido a gerente do Banco Comercial Brasul, que se uniu com o Banco Irmãos Guimarães e, após a fusão, mudou o nome para Banco União Comercial e eu fui promovido a gerente para a Agência de Piraju. Meu antecessor na gerência era Pedro Mucha e o contador era Rivadavia Pazetto. Em 01.01.1975, o Banco Itaú comprou o Banco União Comercial e, a partir daí, desaparece o nome Banco União Comercial, permanecendo o Banco Itaú.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
Banco Itaú - Cândido Mota

  No período de 02.01.1975 a 30.09.1976, fui gerente da agência do Banco Itaú em Cândido Mota, em substituição ao gerente Luiz Carlos. Meu sub-gerente era Robilã Cardoso de Almeida, o contador era o Amâncio e os outros funcionários eram Camacho, Eduardo, Paulo Montes, Magrini, Gozzi, Mendes, Pedrinho, Roge, Pedro Alves, Taiatela, Oscar, Francisca, Roberto e outros. Lembro-me de todos eles, mas sempre tive um carinho especial por Francisca Ribeiro Yaia (dona Chica, para os amigos). Ela era faxineira do banco. Sua filha, Maria José Yaia, se casou com João Calamita. Ela foi babá dos meus filhos. Mantenho amizade com o Mauro Aparecido Caetano, casado com Mara Lúcia. O casal tem três filhos: Roberta, Débora e João Pedro. Mauro é meu colega de loja e colega do ramo imobiliária, é proprietário da Vale Imóveis, naquela cidade.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
Banco Comércio e Indústria - Comind

  Em 21.11.1977, pedi demissão do Banco Itaú S/A, onde era o gerente da Agência de Birigui. No dia seguinte, fui admitido como gerente do Banco Comind, também na agência de Birigui. Depois fui transferido, como gerente, para a agência de Londrina, em 29.12.1978 e, finalmente, em 01.01.1981, para gerente na cidade de Ourinhos.
  Na agência de Ourinhos, tive como auxiliar o gerente operacional José Francisco da Silva Júnior e eram nossos colegas: José Ferreira da Silva, Neide, Márcia, Maria Rita, Virginia, Sidnei, Milton, Ivam, Piuva, Cachuleza, Bugeli, João Raul, Waldemar, Selma, casada com Milton Pires e Antônio Claret Bonifácio, casado com Elaine, que tem com ele dois filhos, Felipe e Lais. Atualmente, Claret trabalha como investigador de polícia.
  Meu cunhado, Rubens Baldissarini, também trabalhou no banco por volta dos anos 1959/60. Na ocasião, o gerente era o Sr. Hélio e o subgerente era o Colito. Norberto Vianna era o contador. Rubens era o caixa e Heitor Gomes Camacho era escriturário. O interessante é que Camacho trabalhou na Drogasil por mais de sete anos e quando foi para o banco eu entrei em seu lugar, também trabalhando mais de sete anos e de lá saindo para trabalhar em banco, tal qual, meu xará.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
Os cargos nos bancos

  Em bancos, trabalhei em todos os setores até chegar ao cargo de gerente. Paralelamente a essas instituições em que trabalhei, desenvolvi outras atividades, como diretor de escola, professor, hoteleiro, sitiante e fazendeiro. Fiz cultura de café, milho, soja, arroz, fumo, compra e venda de gado, principalmente garrotes e desmama, tudo em sociedade com terceiros.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
A gerência

  Fui gerente de várias agências nas cidades da região, onde fiz vários amigos, como Pedro Mucha e Rivadavia Pazetto em Piraju; Nassif Elias e Laércio Picollo, em Assis; Amâncio e Robilã Cardoso de Almeida, em Candido Mota; Pedro Elias Nakad, em Birigui; Dr. Dalton Paranaguá, Orlando Mayrink Goes (Ford) e Alberto Pansulim, em Londrina.
  Logo que mudei para Piraju, o cunhado do Rivadavia, Waldyr Durães, sofreu um acidente, quando o avião que pilotava sofreu uma pane e caiu, ceifando sua vida. Waldyr teve morte instantânea.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
A Fininvest

  De 02.09.1985 a 01.04.1986, trabalhei na Fininvest S/A, estabelecida na Rua Libero Badaró nº. 282, em São Paulo, como gerente regional. Tinha agências de São José do Rio Preto até Bauru, totalizando quinze agências, sob minha administração e gerência regional.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
A compra da Escola

  Em 02.12.1972, comprei a Escola Técnica de Comércio de Ourinhos, tendo como sócios Aramis do Prado, Saleme Calixto e Hermilo Coelho Tupiná. O Saleme, algum tempo depois foi morar em Curitiba e eu, Aramis e Hermilo dirigimos a escola por mais de vinte anos. Na escola, fui sócio, diretor e professor por muitos anos.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
Meus sócios, meus amigos

  Hermilo Coelho Tupiná, casado com Conceição, além de meu sócio foi meu colega de Faculdade e de advocacia, um grande amigo e companheiro. Seu filho, Aurélio Tupiná, engenheiro, é meu amigo e colega de loja.
  O professor Aramis também é um grande amigo e meu padrinho de casamento. Nós vendemos a escola em 1993 para Roberto Ribeiro da Silva e sua esposa Maria Lea Ribeiro da Silva. Atualmente, a escola chama-se Colégio Drummond - Anglo. O Hermilo juntou-se em sociedade com o Eloy, proprietário do Jornal da Divisa; juntos constituíram a Rádio Divisa FM Stéreo. Anos depois, desfizeram a sociedade, vendendo os direitos da emissora para o Grupo Alfredo Sampaio, que a administra até a presente data.

Capitulo VI - MINHA VIDA PROFISSIONAL
A compra do Hotel

  Em 02.01.1975, comprei de Zilda Batistela o Hotel São Paulo, na cidade de Assis-Sp. Fiz uma ampla e moderna reforma no hotel; troquei quase tudo e o deixei muito lindo e confortável. Explorei e administrei esse hotel por mais de 20 anos. Em 01.03.1996, o vendi. Durante mais de vinte anos tive como minhas auxiliares: como gerente do hotel Leine Batistela e suas duas irmãs, Nadir e Zilda, como suas assistentes. Foi um dos melhores investimentos que já realizei.

Continua Capitulo VI ...

Eitor Martins

 

 
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